A representante comercial Carla Machado, amiga de Thábata Gonzales, 34, passava em frente à sede da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), no Centro de Franca, na tarde desta sexta-feira, quando ficou sabendo que o assassino da amiga estava no local. Resolveu parar e disse que o policial militar Douglas da Silva Teixeira, 29, ameaçava e agredia Thábata e a proibia de ser quem realmente era.
“De uns tempos para cá, eu fiquei sabendo que ele estava ameaçando ela, sim. Não deixava ela ser o que ela é, proibindo de tudo”, afirmou Carla.
A representante comercial trabalhava com a vítima que, segundo ela, era uma pessoa “excepcional”. “Nunca trabalhei com uma pessoa com ela. Nunca! Uma pessoa que nunca se exaltou. Sempre foi perfeita, em tudo. E o ser humano não é, né? Eu até brinquei: ‘Vai embora, minha amiga, porque aqui não é o seu lugar. Perfeição igual a você aqui não existe’.”
Carla expressou o sentimento de perder a amiga de forma tão violenta e disse esperar Justiça. “Uma dor imensa. É muito triste. Acabamos de vir do enterro, agora mesmo. A gente pede Justiça, porque era uma pessoa excepcional e que deixa duas crianças.”
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