O prefeito Alexandre Ferreira (MDB) praticamente descartou a realização do Carnaval em Franca em 2022. Durante entrevista na manhã desta sexta-feira, 19, ao programa Show da Manhã da rádio Difusora, Alexandre disse que deverá seguir a mesma decisão de pelo menos 12 prefeitos de outros municípios da região que já adiantaram que não irão promover a Festa de Momo. Deverá ser o segundo ano que o Carnaval não será realizado por causa da pandemia.
A medida está relacionada à pandemia da covid-19 que ainda não acabou. Apesar da queda de casos de maneira geral, existe a preocupação de uma terceira onda da doença. “Nós estamos conversando, ontem (quinta-feira), tivemos uma reunião com todos os prefeitos da região. Todos já falaram que não vão fazer o Carnaval. A tendência aqui, é que não tenha também, até porque a gente ainda está com medo da Covid. Na nossa região não vai ter em lugar nenhum Carnaval público, na rua”, antecipou o prefeito em entrevista ao radialista Valdes Rodrigues.
Alexandre destacou também que outros municípios do Estado não promoverão o Carnaval. “Eu conversei com 28 prefeitos e eles foram unânimes: Não temos. A região de Ribeirão Preto também falou que não terá e o Aglomerado de Jundiaí também falou que não vai ter. Eu, como presidente do Aglomerado que congrega as cidades da região de Franca, a tendência é que não terá Carnaval em todas as cidades”.
São José
Durante a entrevista, o prefeito também abordou vários outros assuntos. Entre eles, na área de transporte público, saúde, moradores de rua, e a situação dos ambulantes. Sobre a empresa São José, empresa responsável pelo transporte público, Alexandre disse que vem se reunindo permanentemente com representantes da empresa, que busca aumentar o preço da tarifa. O prefeito lembrou da ação que tramita na Justiça, em que a São José pede ressarcimento por perdas financeiras durante a pandemia e,que é contra subsidiar a empresa. “Uma das soluções para não haver aumento da tarifa é fazer o tal do subsídio, mas eu não quero o subsídio. Acho que não tenho que pagar para a empresa. O diesel está subindo demais e a pressão da empresa na prefeitura está muito grande. Vamos ter outras reuniões para discutir esse assunto”.
Durante a entrevista, o prefeito também abordou vários outros assuntos. Entre eles, na área de transporte público, saúde, moradores de rua, e a situação dos ambulantes. Sobre a empresa São José, empresa responsável pelo transporte público, Alexandre disse que vem se reunindo permanentemente com representantes da empresa, que busca aumentar o preço da tarifa. O prefeito lembrou da ação que tramita na Justiça, em que a São José pede ressarcimento por perdas financeiras durante a pandemia e,que é contra subsidiar a empresa. “Uma das soluções para não haver aumento da tarifa é fazer o tal do subsídio, mas eu não quero o subsídio. Acho que não tenho que pagar para a empresa. O diesel está subindo demais e a pressão da empresa na prefeitura está muito grande. Vamos ter outras reuniões para discutir esse assunto”.
Pronto-Socorro
Sobre a lotação nas unidades de saúde nos últimos dias, principalmente no Pronto Socorro Infantil, com vários atendimentos de casos gerais, (como diarreia, resfriado e vômitos), o prefeito acredita que a virose se espalha devido a volta às aulas, com o contato entre as crianças. Ele ainda acrescentou que o volume maior de pessoas procurando o atendimento público se deve por conta do rompimento de contratos de convênio de hospitais particulares em razão do desemprego. “Mas vamos buscar contratar médicos para estender casos de urgência e emergência também nas UBSs”. No mês de outubro, foram mais de 9 mil atendimentos no PS infantil.
O Chefe do Executivo reafirmou que o prédio da Antiga Mogiana, na Estação, será revitalizado e deverá receber um mercado popular. “Vamos colocar banheiros novos na feira de domingo, na Major Nicácio. Também propus a eles (feirantes) montar um mercado, uma feira, no prédio da Mogiana, que vamos reformar. Vamos abrir a licitação na primeira quinzena de dezembro”.
Alexandre lembrou que a fiscalização no Mercado Popular Urbano na parte central da cidade, irá continuar e o prazo para regularização das barracas expira no dia 5 de dezembro.
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