O policial militar Douglas da Silva Teixeira, 29 anos, que matou a sua ex-mulher, Thabata Caroline González da Silva, 34 anos, na madrugada desta quinta-feira, 18, segue foragido. Após abandonar o corpo da ex-mulher na chácara onde moram os pais dele, às margens da rodovia Tancredo Neves, entre Franca e Claraval, o policial fugiu na caminhonete do pai.
De acordo com a Polícia Civil, a família de Teixeira contratou um advogado, que poderá se apresentar nos próximos dias na sede da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca. O advogado manteve contato com os policiais, mas não informou se estava com o policial foragido.
Durante a tarde desta quinta-feira, várias mensagens falsas chegaram à imprensa, informando que o policial teria se matado nas proximidades do Paiolzinho, próximo ao local do crime.
A Polícia Civil segue investigando o caso, e informações sobre o paradeiro do policial podem ser passadas ao 181 (Disque Denúncia) ou ao 197 (Polícia Civil).
O corpo de Thabata foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) de Franca. Seu corpo será velado nesta sexta-feira, 19, das 9h às 13h, no São Vicente. Seu sepultamento está previsto para acontecer na sequência, no Cemitério Santo Agostinho.
O caso
Thabata foi morta na madrugada desta quinta-feira, 18, pelo seu ex-marido, o policial militar Douglas da Silva Teixeira, que não aceitou o fim do relacionamento de cerca de dois anos.
De acordo com amigos e familiares, as ameaças de Teixeira contra a ex-mulher eram constantes. Ele não aceitava o fim do relacionamento e chegou a agredi-la em algumas ocasiões.
Ainda segundo familiares, Thabata chegou a se despedir em um grupo de família momentos antes de ser pega pelo ex em sua casa, no Jardim Piratininga.
Ela foi morta com um tiro na cabeça. Teixeira levou o corpo da ex-mulher até a chácara do pai, que fica às margens da rodovia Tancredo Neves, onde deixou o carro com o cadáver dentro e, na sequência, fugiu.
Thabata trabalhava no escritório da família, que administra um frigorífico na cidade, e deixa dois filhos. O Ministério Publico confirmou que a vítima não possuía medida protetiva.
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