Atualizada às 16h07, com correções*
A polícia procura pelo policial militar Douglas Teixeira que matou a tiros sua ex-mulher, Thabata Gonzáles, de 34 anos, na madrugada desta quinta-feira, 18, em Franca. Segundo a Polícia Civil, a vítima havia feito vários Boletins de Ocorrência contra o ex, denunciando ameaças. Recentemente, Thabata procurou a DDM (Delegacia da Defesa da Mulher) para retirar as acusações. Há um mês, no dia 17 de outubro, ela registrou o último BO.
Nesse Boletim de Ocorrência, Thabata disse que o casal havia ido a uma confraternização e, ao chegarem em casa, Douglas quis manter relações sexuais com ela. Quando ela se negou, o policial militar começou a ficar agressivo, a ameaçou de morte com a arma e começou a agredi-la, apertando seu pescoço.
Thabata quase perdeu o sentido e, ainda de acordo com o registrado no boletim, "momento em que disse que preferia ser morta com a arma. Douglas disse que não teria coragem". O policial teria parado as agressões e, pela manhã, Thabata teria deixado a residência.
De acordo com amigos e familiares, as ameaças de Teixeira contra a ex-mulher eram constantes. Ele não aceitava o fim do relacionamento e chegou a agredi-la em algumas ocasiões.
Ainda segundo familiares, Thabata chegou a se despedir em um grupo de família momentos antes de ser pega pelo ex em sua casa, no Jardim Piratininga.
Ela foi morta com um tiro na cabeça. Teixeira levou o corpo da ex-mulher até a chácara do pai, que fica nas margens da Rodovia Tancredo Neves, onde deixou o carro com o cadáver dentro e, na sequência, fugiu.
Thabata trabalhava no escritório da família, que administra um frigorífico na cidade, e deixa dois filhos. O Ministério Publico confirmou que a vítima não possuía medida protetiva.
A Polícia Civil está investigando o caso e procura o policial, que segue foragido. Ainda hoje mais informações sobre este caso.
*o último BO registrado foi no dia 17 de outubro, e não 17 de novembro, como anteriormente publicado. O texto está corrigido.
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