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'Hoje, estamos conseguindo fornecer água para 100% da cidade', diz gerente da Sabesp

Por Higor Goulart | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo/GCN
O gerente distrital da Sabesp, Alex Veronez: 'Estamos conseguindo flexibilizar um pouco o rodízio'
O gerente distrital da Sabesp, Alex Veronez: 'Estamos conseguindo flexibilizar um pouco o rodízio'
As recentes chuvas que chegaram até Franca garantiram um desafogo à Sabesp. Isso porque a precipitação recente elevou a vazão da bacia do Rio Canoas, trazendo nível suficiente para abastecer toda a cidade, mesmo durante o período de racionamento. Com isso, nos últimos dois dias, terça e quarta-feira, 5 e 6, 100% das casas foram abastecidas.
 
"Nos últimos dias, estamos conseguindo flexibilizar um pouco o rodízio. Ontem e hoje, a cidade está 100% abastecida. Conforme tem água no sistema, estamos jogando para as redes e residências, abastecendo o máximo possível", disse o gerente distrital da Sabesp, Alex Veronez.
 
A opção da Sabesp por ligar todas as bombas só foi possível graças ao aumento na vazão do rio Canoas. Nas últimas semanas, o nível esteve em 640 litros por segundo. Mas, com as chuvas, se elevou para 800 a 850 litros/segundo. Como não é possível armazenar essa água, a medida foi flexibilizar o rodízio. “Não temos represa de água bruta. A vazão que passar no rio vai embora. Então, quanto mais conseguirmos captar e encher as redes e caixas d’águas, melhor para população.”
 
O fornecimento de água a todas as casas nestes últimos dois dias não garante o fim do racionamento. Segundo Alex, ainda é preciso bastante cuidado e atenção aos níveis do Canoas. "É claro que a situação requer cuidados, tanto que nós até postergamos o rodízio, para que, caso necessário, a pessoa tenha uma programação. Mas, na medida que tivermos uma capacidade de produção e os reservatórios estiverem equilibrados, vamos flexibilizar esse rodízio."
 
Enquanto a vazão ainda é uma questão variável e depende das chuvas em Franca, o racionamento segue sendo a alternativa. Até a próxima quinta-feira, 14 de outubro, a cidade segue dividida em três blocos, que se alternam em 36 horas com água e 36 horas sem água. Por isso, Alex pede que a população ainda use de forma consciente e econômica. “Reforçar o pedido para população, para que continuem ajudando nessa economia de água”, finalizou.

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