CRISE HÍDRICA

Sem chuvas, pesadelo do racionamento continua em Franca

Por Higor Goulart | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Dirceu Garcia/GCN
Estação de Tratamento de Água da Sabesp, no Jd. Redentor
Estação de Tratamento de Água da Sabesp, no Jd. Redentor

As chuvas continuam sendo a esperança para resolver a crise hídrica que assola Franca. Mas as previsões dos últimos dias não se confirmaram e o índice pluviométrico da bacia do rio Canoas não registrou nenhum milímetro de chuva no último domingo, 4.

Para sábado e domingo, 2 e 3, as previsões do Instituto Climatempo indicavam pelo menos 17 milímetros de chuva. Isso não aconteceu. Segundo registrado pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), os dois dias tiveram uma precipitação total de 2,5 mm.

Sem as chuvas, a Sabesp continua operando em índices baixíssimos, entre 600 e 650 litros por segundo, que não são suficientes para fornecer água para todo o município. “Para esse período, a vazão histórica seria de aproximadamente 1,2 mil litros/segundo. A capacidade das bombas da Sabesp no sistema Canoas é de 950 l/s”, explicou o gerente distrital da estatal, Alex Veronez.

As expectativas da Sabesp agora se concentram nos próximos dias. Entre esta segunda-feira, 4, e a próxima quarta-feira, 6, o Climatempo prevê 58 mm de chuva. “Infelizmente ainda choveu muito pouco. Temos expectativas de mais chuvas durante a semana”.

Até o dia 6 de outubro, o racionamento da Sabesp segue no sistema de 36/36, que divide a cidade em três blocos. A realidade pluviométrica destes próximos dias será determinante para a necessidade de prorrogação ou não deste sistema de rodízio. “Estamos monitorando”, finalizou Alex.

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