MÉDIO E GRANDE PORTE

De sagui a lobo, pesquisadores encontram 16 espécies de animais no Jardim Zoobotânico

Por Pedro Baccelli | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução
Foto de armadilha fotográfica de um cachorro-do-mato, no Jardim Zoobotânico
Foto de armadilha fotográfica de um cachorro-do-mato, no Jardim Zoobotânico
Atualizada às 14h45 do dia 22, com correções*
 
Biólogos e médicos veterinários da Unifran (Universidade de Franca) identificaram 16 espécies de mamíferos terrestres de médio e grande porte na Unidade de Conservação Municipal do Jardim Zoobotânico. A pesquisa mostra a importância da preservação das áreas verdes urbanizadas no cerrado.
 
Foram encontrados cachorro, cachorro-do-mato, capivara, cavalo, coelho, cutia, gambá-de-orelha-branca, gambá, lobo-guará, macaco-prego, paca, preá, sagui-de-tufo-preto, tapiti, tatu-galinha e tatupeba.  
 
A área pesquisada funciona como corredor para diversas espécies. Apesar de sofrer com ações provocadas pelo homem, o Jardim Zoobotânico preserva mamíferos de médio e grande portes, servindo como refúgio para espécies. Franca possui um bioma predominantemente de cerrado, com espaços de transição para Mata Atlântica.
 
O monitoramento aconteceu em três formatos. Com câmeras instaladas 24 horas por dia, fotos e vídeos foram capturados; os pesquisadores também colocaram trechos de areias para coleta de pegadas; além de fazerem caminhadas silenciosas feitas em grupo pela mata.
 
A professora e pesquisadora da Unifran, Marcela Aldrovani Rodrigues, explica que o objetivo do estudo é conscientizar a população da preservação ambiental, além de apoiar a criação de estratégias de preservação a partir da identificação realizada. 
 
"Precisamos saber o que temos de fauna e flora na região. A região é turística, o ecoturismo alimenta a região e precisamos dar essa importância, isto é, reconhecer a importância econômica e ambiental dos empreendimentos de fauna e conhecer sobre possíveis zoonoses”, finalizou.

*Na terça-feira, a assessoria de imprensa da Unifran divulgou uma lista de animais. Mas, após publicação do texto, já nesta quarta-feira, 22, a instituição corrigiu os nomes passados e enviou uma nova lista de espécies para correção. O texto está corrigido.

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