RETOMADA

Escolas municipais voltam às atividades presenciais depois de 16 meses paradas

Por Higor Goulart | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Higor Goulart/GCN
Alunos da EMEB
Alunos da EMEB
Crianças ocupando as cadeiras da sala de aula, professores escrevendo no quadro e pais aguardando a saída dos filhos. Aos poucos, as escolas da rede municipal vão retomando a realidade que deixaram de cumprir há 16 meses. Essa retomada aconteceu nesta segunda-feira, 2, com as 56 escolas da rede retornando às atividades presenciais.
 
Apesar de já estarem recebendo as crianças francanas, as escolas ainda precisam cumprir uma série de protocolos. O principal deles é limitar a ida de apenas 35% dos seus alunos, além de distanciamento, medição de temperatura e uso constante de álcool em gel.
 
Essa nova realidade é vista na EMEB "Profª. Ana Rosa de Lima Barbosa", no Pq. do Horto. Por lá, apenas 26 crianças foram pela manhã. Por sala de aula, era um média de cinco a seis pequenos, que se distribuíam com distanciamento pelas mesas. No caso dos educadores presentes, todos já haviam recebido pelo menos a 1ª dose. 
 
Por volta das 11h, a escola recebeu a visita da secretária de Educação, Márcia Gatti, que vê com bastante esperança esse retorno ainda gradual. “Estamos vendo com muita positividade esse retorno e tranquilidade por parte de todos. Os pais estão retornando aos poucos com as suas crianças. Os professores também com muita receptividade”, destacou.
 
Márcia explicou que em cada escola um plano de retomada foi feito. Na do Pq. do Horto, o rodízio de turmas é feito semanalmente. “Cada escola tem um plano de retomada customizado. Especificamente nesta escola, esse grupo que veio hoje virá na semana toda. Recomendamos que seja dessa forma para evitar a circulação de pessoas diferentes”, explicou.
 
Quanto à determinação de 35% da capacidade de cada prédio, a secretária afirma que será mantido durante todo mês de agosto. Posteriormente, com o avanço das aplicações de 2ª dose nos educadores, o plano é ampliar até chegar em 100%. “A quantidade de crianças depende da quantidade de profissionais que teremos nas escolas. Até 23 de setembro, teremos mais de 96% deles completamente vacinados, então, teremos a totalidade”, afirmou.

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