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Busca por carteira profissional de motorista cresce 14% em Franca

Por Pedro Baccelli | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Dirceu Garcia/GCN
Motoxistas, taxistas e motoristas por aplicativo pede o EAR na CNH
Motoxistas, taxistas e motoristas por aplicativo pede o EAR na CNH

Franca registrou aumento de 14,6% no número de pessoas trabalhando com veículos, seja como motoristas de aplicativo, taxistas ou mototaxistas. Em maio de 2019, 16.541 habilitações possuíam a especificação EAR (Exerce Atividade Remunerada). Atualmente, o número cresceu para 18.963 habilitações. O balanço foi realizado pelo Detran-SP (Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo).

O crescimento foi registrado durante a pandemia do coronavírus, quando inúmeras empresas, principalmente, do setor alimentício, como bares e restaurantes, investiram na entrega de produtos, devido à paralisação do atendimento presencial.

“Incluir a observação de EAR na habilitação é uma nova oportunidade de emprego. Muitos cidadãos estão procurando por essa inserção em suas CNHs, pois o cenário da pandemia fez com que as pessoas estivessem cada vez mais próximas da necessidade de utilizar aplicativos de serviços de entrega de comida e contar com o auxílio de e-commerces para receber seus pedidos e produtos”, explica Raul Vicentini, diretor de habilitação do Detran-SP. 

Raul afirma que as empresas buscam por profissionais com a especificação na hora de contratar. “As empresas que contratam esses profissionais exigem que eles tenham essa observação em suas habilitações e, dessa forma, a busca pelo EAR é uma forma do profissional ter uma recolocação no mercado de trabalho.”

Estado de São Paulo
O percentual de crescimento em Franca foi superior ao Estado de São Paulo, que observou um aumento de 10,7% nos pedidos de inclusão da observação EAR nas habilitações. Hoje, são mais 5 milhões de habilitações registradas, contra 4,5 milhões condutores profissionais até maio de 2019. A mudança mais pedida é na categoria B (automóveis), com 32,9% do total – representando 1,65 milhão. Depois, com 29,4%, categoria AB (carro e moto), com 1,48 milhão. E categoria AD (carro e ônibus), com 14% - 706 mil. 

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