O movimento neste sábado, 10, nas principais ruas e no calçadão do Centro foi intenso. As vias estavam abarrotadas de carros e o calçadão, de pessoas. O mesmo não pode ser dito das lojas. Apesar do afrouxamento das regras, que aumentou o limite da capacidade de clientes para 60%, os estabelecimentos comerciais, em sua maioria, tinham pouco movimento.
Na rua Monsenhor Rosa e Major Claudiano, carros faziam longas filas. Os motoristas tiveram dificuldades para achar vagas de estacionamento. O movimento era semelhante aos de pedestres na praça Barão, Nossa Senhora da Conceição, na rua do Comércio e na Voluntários da Franca, com populares disputando o espaço com os ambulantes, que espalhavam suas mercadorias pelas calçadas.
Apesar do alto número de pessoas andando nas ruas, o movimento nas lojas era bem baixo. Sem muitos clientes, os vendedores tentavam atrair quem passava pela rua para conferir as ofertar.
Poucas lojas registravam bom volume de vendas. Quem entrava em alguma loja, já sabia o que queria e saia rapidamente com seu produto. Os restaurantes e lanchonetes tinham movimento um pouco maior do que o das lojas.
Apesar dos lojistas respeitarem o uso de máscaras e oferecerem álcool gel, como preconizado pelo decreto municipal de enfrentamento à Covid, muitos consumidores passeavam sem máscaras e ignoravam o distanciamento social. Inclusive, famílias com crianças.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.