Após os motoristas da Empresa São José cruzarem os braços por conta de salários atrasados, a empresa que opera o transporte coletivo urbano de Franca entrou com uma ação judicial neste domingo, 20, pedindo a garantia de uma frota mínima para conseguir prestar o serviço à população.
“A São José entende que, caso a paralisação realizada pelo Sindicato dos Rodoviários for mantida por tempo indeterminado, além do prejuízo à comunidade francana, ela continuará sem receita e, dessa forma, será ainda mais difícil efetuar o pagamento dos funcionários, fornecedores e as demais despesas fixas e variáveis já contratadas”, diz a empresa, em nota.
Neste sábado, a empresa culpou o lockdown e a “omissão” e “inércia” da Prefeitura pelo atraso no pagamento dos salários de seus funcionários.
Na nota deste domingo, a empresa afirma que, em momento algum, teve a intenção de trazer desconforto para os funcionários e a população.
“Desde o início do ano passado houve queda acentuada no transporte de passageiros, além dos constantes reajustes nos preços do diesel, pneus, mão de obra, peças e acessórios, lubrificantes, veículos e demais componentes da 'cesta de transporte'. Esses fatores combinados (queda na demanda e reajustes elevados nos insumos, aliado à falta de revisão no custo do passageiro transportado) impactaram diretamente o caixa da concessionária”, continuou a nota.
A empresa também afirma que toda a situação que a empresa vem passando foi repassado para a Prefeitura de Franca e da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Franca (Emdef), órgão responsável pelo transporte público no município.
A reportagem tentou entrar em contato com o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Geraldo Xavier, mas não obteve resposta.
“A São José entende que, caso a paralisação realizada pelo Sindicato dos Rodoviários for mantida por tempo indeterminado, além do prejuízo à comunidade francana, ela continuará sem receita e, dessa forma, será ainda mais difícil efetuar o pagamento dos funcionários, fornecedores e as demais despesas fixas e variáveis já contratadas”, diz a empresa, em nota.
Neste sábado, a empresa culpou o lockdown e a “omissão” e “inércia” da Prefeitura pelo atraso no pagamento dos salários de seus funcionários.
Na nota deste domingo, a empresa afirma que, em momento algum, teve a intenção de trazer desconforto para os funcionários e a população.
“Desde o início do ano passado houve queda acentuada no transporte de passageiros, além dos constantes reajustes nos preços do diesel, pneus, mão de obra, peças e acessórios, lubrificantes, veículos e demais componentes da 'cesta de transporte'. Esses fatores combinados (queda na demanda e reajustes elevados nos insumos, aliado à falta de revisão no custo do passageiro transportado) impactaram diretamente o caixa da concessionária”, continuou a nota.
A empresa também afirma que toda a situação que a empresa vem passando foi repassado para a Prefeitura de Franca e da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Franca (Emdef), órgão responsável pelo transporte público no município.
A reportagem tentou entrar em contato com o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Geraldo Xavier, mas não obteve resposta.
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