ALÍVIO

Pronto-socorro tem menor número de pacientes à espera de leito em 45 dias

Por Heloísa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Heloísa Taveira/GCN
Apesar da queda nos atendimentos, as cadeiras vazias no salão do “Álvaro Azzuz” não significam controle da pandemia
Apesar da queda nos atendimentos, as cadeiras vazias no salão do “Álvaro Azzuz” não significam controle da pandemia

Pela primeira vez em quase dois meses, o Pronto-socorro “Álvaro Azzuz” está praticamente vazio. O número de pessoas que procuravam atendimento na manhã desta quinta-feira, 17, era baixíssimo em relação às semanas anteriores e a quantidade de pacientes internados enquanto aguardam vaga em algum hospital também diminuiu. Hoje, 31 pessoas esperam por um leito, sendo 19 para enfermaria e 12 para UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

A última vez que o pronto-socorro registrou uma demanda menor foi no dia 4 de maio, quando 27 pacientes estavam regulados para transferência. A partir de então, esse número começou a crescer desenfreadamente e registrou diversos picos, como no dia 19 de maio, quando havia 61 pessoas esperando por um leito. No dia 28, só por uma vaga de UTI em ambiente hospitalar eram 47 pacientes regulados.

Apesar da queda nos atendimentos, as cadeiras vazias no salão do “Álvaro Azzuz” não significam controle da pandemia. Por enquanto, o pronto-socorro começa a sentir os efeitos do lockdown, mas, em breve, sentirá também os reflexos do alto número de casos confirmados diariamente. Com uma média móvel de mais de 200 diagnósticos positivos ao dia e taxa de transmissão em alta, o polo covid de Franca ainda deve viver dias de tensão.

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