A Câmara Municipal de Franca aprovou projeto de lei, nesta terça-feira, 15, para a criação do Cartão Alimentação Social para atender famílias carentes no município de Franca. O projeto foi apresentado pelo prefeito Alexandre Ferreira (MDB) em regime de urgência, sendo aprovado por unanimidade.
O novo dispositivo irá substituir o sistema de distribuição de cestas básicas. Através do cartão, as famílias carentes inscritas nos programas socioassistenciais da Prefeitura poderão comprar os alimentos diretamente em supermercados e pontos comerciais devidamente cadastrados.
O projeto engloba o valor de R$ 1.846.224,00 até o final do ano. Cada cartão terá um crédito de R$ 161. Desse modo, serão atendidas 11 mil famílias carentes. Atualmente o programa aponta que há mais de 17 mil famílias cadastradas.
O projeto engloba o valor de R$ 1.846.224,00 até o final do ano. Cada cartão terá um crédito de R$ 161. Desse modo, serão atendidas 11 mil famílias carentes. Atualmente o programa aponta que há mais de 17 mil famílias cadastradas.
“Mais uma vez estamos votando um projeto em regime de urgência. Estamos votando pela necessidade, porque a fome não pode esperar”, observou o vereador Gilson Pelizaro (PT), que já disse ser contra votação de “matérias de última hora”.
“Esse cartão vai acabar com a politicagem, entregar cestas básicas e ficar tirando fotinhas. Com o cartão, as famílias poderão escolher o alimento que irão levar para suas casas e também movimentar o comércio de seus bairros”, argumentou o vereador Della Motta (PODE).
Os vereadores aprovaram também, nesta terça-feira, o projeto que estabelece a obrigatoriedade de as concessionárias de água e luz oferecerem a opção de pagamento antes do corte dos serviços. A quitação da dívida pode ser feita por meio de cartão de crédito ou de débito, ou via PIX. Caso o agente concessionário esteja desprovido da máquina de cartão, a suspensão do serviço não poderá ser realizada. O projeto é de autoria de Gilson Pelizaro.
Já o projeto de lei complementar que obrigava a castração de cães, após compra ou adoção, e chipagem, foi retirado, pela autora da matéria, Lindsay Cardoso (Cidadania). O projeto há havia sido adiado por 10 sessões e a vereadora não justificou a sua retirada.
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