Nada parou o francano neste primeiro dia após o fim do lockdown. Nesta sexta-feira, 11, mesmo com chuva e neblina, a população promeveu uma correria aos estabelecimentos que durante 15 dias ficaram fechados. A manhã ficou marcada por enormes filas em bancos e supermercados, fábricas trabalhando a todo vapor e ônibus voltando a circular. No Centro, o movimento era intenso. Na Estação, a mesma coisa. Parte deste movimento pode ser atribuída ao Dia dos Namorados, que é comemorado neste sábado, 12.
Durante a manhã, os locais com maior circulação foram os supermercados. Logo cedo, o Atacadão, que fica na avenida Rio Negro, já lotava de clientes e, por conta da limitação de 30% da capacidade, várias pessoas esperavam no estacionamento para poderem entrar. Devido ao enorme número de carros estacionados, os seguranças tiveram que controlar o acesso, fazendo assim com que vários veículos aguardassem na avenida em frente ao hipermercado, numa fila que se estendeu até o posto Galo Branco.
Próximo ao Atacadão, o Franca Shopping era o local que mais aparentava respeitar as determinações. O movimento era controlado e poucos carros no estacionamento foram vistos. Na mesma avenida do centro de compras, a avenida Rio Negro, um local com quadras de beach tennis funcionava normalmente. Pelo 10 pessoas estavam no local, praticando esporte e sem máscara. A prática de esporte coletiva continua proibida.
O Centro da cidade mais parecia um sambódromo em época de Carnaval. Incontáveis pessoas aguardavam parar ser atendidas em filas e o trânsito da região apresentava congestionamentos.
Os calçadões da rua Voluntários da Franca e da rua do Comércio eram onde o maior número de francanos estava reunido. Eles passavam com sacolas nas mãos e formavam grandes filas de espera na frente dos grandes estabelecimentos comerciais. Um pouco à frente, na praça Barão, a coisa também estava feia. Um aglomerado de clientes aguardava para entrar serem atendidos em uma loja do local. Os estabelecimentos comerciais estão proibidos de receber consumidores, o atendimento deve ser na calçada.
O cenário era parecido nos bancos e lotéricas do Centro. A fila para entrar na Caixa localizada na rua Monsenhor Rosa passava por toda a Saldanha Marinho e chegava ao outro lado do quarteirão, no calçadão da rua do Comércio. A espera nas demais agências também era grande.
Além das filas, muitas pessoas caminhavam pelas praças e se sentavam nos bancos para conversar. Se não fossem as máscaras nos rostos dos francanos, a cidade sequer aparentaria viver uma pandemia.
A região da Estação também apresentou um grande movimento com o fim do lockdown, principalmente por sediar o segundo maior terminal de transporte público, que fica na Praça Sabino Loureiro. Com a volta da circulação dos ônibus da empresa São José, o número de usuários foi intenso nas primeiras horas do dia, se estendendo até a tarde.
Próximo ao Atacadão, o Franca Shopping era o local que mais aparentava respeitar as determinações. O movimento era controlado e poucos carros no estacionamento foram vistos. Na mesma avenida do centro de compras, a avenida Rio Negro, um local com quadras de beach tennis funcionava normalmente. Pelo 10 pessoas estavam no local, praticando esporte e sem máscara. A prática de esporte coletiva continua proibida.
O Centro da cidade mais parecia um sambódromo em época de Carnaval. Incontáveis pessoas aguardavam parar ser atendidas em filas e o trânsito da região apresentava congestionamentos.
Os calçadões da rua Voluntários da Franca e da rua do Comércio eram onde o maior número de francanos estava reunido. Eles passavam com sacolas nas mãos e formavam grandes filas de espera na frente dos grandes estabelecimentos comerciais. Um pouco à frente, na praça Barão, a coisa também estava feia. Um aglomerado de clientes aguardava para entrar serem atendidos em uma loja do local. Os estabelecimentos comerciais estão proibidos de receber consumidores, o atendimento deve ser na calçada.
O cenário era parecido nos bancos e lotéricas do Centro. A fila para entrar na Caixa localizada na rua Monsenhor Rosa passava por toda a Saldanha Marinho e chegava ao outro lado do quarteirão, no calçadão da rua do Comércio. A espera nas demais agências também era grande.
Além das filas, muitas pessoas caminhavam pelas praças e se sentavam nos bancos para conversar. Se não fossem as máscaras nos rostos dos francanos, a cidade sequer aparentaria viver uma pandemia.
A região da Estação também apresentou um grande movimento com o fim do lockdown, principalmente por sediar o segundo maior terminal de transporte público, que fica na Praça Sabino Loureiro. Com a volta da circulação dos ônibus da empresa São José, o número de usuários foi intenso nas primeiras horas do dia, se estendendo até a tarde.
O fluxo de pessoas naquela região da cidade chamava a atenção, já que as agências bancárias registraram filas quilométricas. A maior aglomeração ocorreu na Caixa Federal que fica em frente ao prédio da antiga Mogiana, na avenida Integração.
Outros dois pontos da cidade também registraram aglomerações no primeiro dia pós-lockdown. O canteiro central da avenida Chico Júlio ficou lotado com alunos realizando aulas para habilitação de motos. Poucos metros dali, uma longa fila também se formou na Farmácia de Manipulação da Secretaria da Saúde, em busca de atendimento e para retirada de remédios e fraldas.
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