Neste domingo, 6, Franca registrou a morte de um bebê de apenas 11 meses. Raphael Bevilaqua contraiu uma bactéria, ainda desconhecida pelos médicos, e estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) desde o dia 29 de maio. A infecção atingiu o pulmão, coração e rins do bebê que, após sofrer uma parada respiratória, não resistiu.
Raphael nasceu prematuro e logo nos primeiros meses de vida foi diagnosticado com um refluxo grave e teve que passar por uma cirurgia. No dia 1º de janeiro, o bebê passou pelo procedimento e foi submetido a uma traqueostomia, mas se recuperou bem. Cerca de quatro meses depois, em maio, a mãe, Elianara Bevilaqua, contraiu a covid e o filho apresentou febre dias depois. A família, desconfiada que a criança também tivesse sido infectada, testou o "Raphinha" por três vezes. Todos os resultados deram negativo para a doença.
Os médicos descobriram que a febre e os demais sintomas se tratavam de uma bactéria que avançou pelos órgãos do bebê muito rápido. Nas redes sociais, Denis Bevilaqua, pai da criança, lamentou: “A dor de perder um filho será certamente a mais avassaladora e terrível das dores, um sofrimento inimaginável, pois na perda de um filho se perde um pedaço de nós, pai e mãe para sempre. Nossa família hoje chora por essa perca irreparável, porém o céu está em festa te recebendo, meu filho. Com certeza aí em cima deve estar muito divertido, né, filho, você deve tá brincando com os anjos, com um tanta de outras crianças”, escreveu.
A mãe, Elianara Bevilaqua, também publicouo uma despedida a Raphinha nas redes sociais. “Estou aqui escrevendo com o coração sangrando. Conheci a dor maior que possa existes nesse mundo, a dor de ter que devolver meu filho a Deus. Sim, devolver. Ele não era meu, era de Deus. A vida só me presenteou com esse meu pitiko por 11 meses e sou grata a Deus por ter escolhido eu para ser a mãe desse guerreiro que me enche de orgulho”, publicou a mãe.
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