O Sindifranca (Sindicato da Indústria de Calçados de Franca) divulgou, nessa terça-feira, 25, um comunicado em que informa o fechamento de todo o setor industrial entre os dias 27 de maio e 10 de junho – período em que a cidade estará em lockdown – e instrui as empresas a respeito de medidas que podem ser tomadas para manter o quadro de trabalhadores durante o tempo sem operações presenciais.
Segundo a nota, os industriais poderão recorrer ao BEm (Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda), que engloba as medidas provisórias 1045/2021 e 1046/2021. Dentre as ações possíveis, estão suspender o contrato ou reduzir a jornada de trabalho e o salário dos funcionários em 25%, 50% ou 70% por até 120 dias, antecipar férias coletivas ou individuais – com o banco de horas sendo compensado em até 18 meses. Apenas as atividades “compatíveis com os modos remotos” podem ser mantidas.
Segundo a nota, os industriais poderão recorrer ao BEm (Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda), que engloba as medidas provisórias 1045/2021 e 1046/2021. Dentre as ações possíveis, estão suspender o contrato ou reduzir a jornada de trabalho e o salário dos funcionários em 25%, 50% ou 70% por até 120 dias, antecipar férias coletivas ou individuais – com o banco de horas sendo compensado em até 18 meses. Apenas as atividades “compatíveis com os modos remotos” podem ser mantidas.
Presidente do sindicato, José Carlos Brigagão acredita que todo o ramo calçadista seguirá as orientações. “A ideia é obedecer ao decreto de forma integral. É obrigação de todos cumprir a lei. Agora, se um ou outro se aventurar e tentar trabalhar no meio do lockdown, vai ter que arcar com as consequências dos seus atos.”
Ao fim do comunicado, o Sindifranca afirma se solidarizar com as empresas associadas e estar à disposição para a retirada de dúvidas.
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