Desde que o “Álvaro Azzuz” passou a funcionar, involuntariamente, como hospital e não como pronto-socorro, esta quarta-feira, 19, é o dia com o maior número de pacientes vítimas da covid à espera de uma vaga em ambiente hospitalar. São 64 pessoas, sendo que 29 precisam de um leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e 35 de enfermaria. Sete pessoas estão intubadas no local.
Quem responde pelo PS atualmente é o doutor Pedro Messias, como diretor clínico, e a enfermeira Giane Stefani, como diretora de Urgência e Emergência. O diretor técnico, Rafael Talarico, tinha intenção de formalizar seu pedido de exoneração do cargo nessa terça-feira, 18, mas depois de se reunir com o secretário de Saúde, Lucas de Souza, aceitou continuar na direção. Na reunião, no entanto, foram acertadas as férias de Talarico no período de 10 dias, já programadas há um ano.
Durante esta manhã, um caminhão da Prefeitura descarregava novas macas na porta do PS. Enquanto isso, centenas de pessoas aguardavam no salão da unidade para atendimento e na tenda de testagem para realização do exame da covid.
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