Neste Dia das Mães, a nossa homenagem a todas elas, mas em especial, para aquela que me trouxe ao mundo, me criou e foi só carinho e atenção, até que a morte levou. Minha mãe, dona Antônia, partiu ainda muito nova, aos 54 anos. Eu era bastante jovem, senti demais a sua partida, porque a gente nunca deixa de ser criança enquanto tem uma mãe a quem recorrer. Então percebemos que a mãe é parecida, de certa forma com a liberdade: a gente só dá o devido valor quando perde. Alguns anos mais tarde, quando me casei, tive a felicidade de encontrar uma nova mãe, na minha esposa, Maria Aparecida, o grande amor da minha vida. E minhas filhas, Cláudia e Roberta, apenderam com ela a serem mães dedicadas. Um beijo carinhoso a elas e a todas as mães pelo dia, hoje. E que sejam sempre abençoadas por Jesus e Maria!
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