CASA NOVA

Estevão Willian, o 'Messinho', deixa Cruzeiro e é registrado no Palmeiras

Por Lucas Faleiros | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Reprodução
A habilidade de Estevão o faz ser carinhosamente apelidado de 'Messinho', fazendo referência a Lionel Messi
A habilidade de Estevão o faz ser carinhosamente apelidado de 'Messinho', fazendo referência a Lionel Messi

Tido nas categorias de base como uma das grandes promessas do futebol brasileiro, o francano Estevão Willian, ou “Messinho”, como é conhecido, está de casa nova. Pouco mais de uma semana após completar 14 anos e passar a poder assinar contrato de formação com clubes de futebol, o jovem atleta deixou o Cruzeiro, equipe que integrava desde 2017 e vinha tentando mantê-lo em seus domínios, e assinou com o Palmeiras.

O vínculo não profissional entre o time e Estevão foi publicado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) desta quinta-feira, 6. Por enquanto, Cruzeiro e Palmeiras não se pronunciaram sobre o assunto. A reportagem do portal GCN tentou contato com os responsáveis pelo atleta, mas não obteve retorno.

Talento
O apelido “Messinho” não foi dado a Estevão por acaso. Os dribles curtos e a boa finalização com a perna esquerda são justificativas para a alcunha para lá de carinhosa, que o compara com o craque argentino Lionel Messi. Não foi à toa também que, com apenas 14 anos, o jovem já chamou a atenção de diversos clubes brasileiros.

Outro fato que comprova o talento do francano é que ele foi, por um bom tempo, o atleta mais jovem a ter assinado contrato com a fornecedora esportiva Nike, superando, à época, ninguém mais do que Neymar Jr, hoje no PSG, da França, e Rodrygo, jogador do Real Madrid, da Espanha.

Nome envolvido em polêmica
Como foi exposto pelo programa Fantástico, da Rede Globo, em 2019, Estevão Willian teve o seu nome envolvido em uma polêmica com o time do Cruzeiro, que ainda era dirigido por Itair Machado. Foi revelado que o clube estava cedendo parte dos direitos econômicos do atleta para empresários, o que é terminantemente proibido pela FIFA, entidade máxima do futebol.

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