Com os atendimentos do Pronto-socorro Municipal “Álvaro Azzuz” voltados exclusivamente à Covid-19, o que acontece desde o último domingo, 2, os casos clínicos – que não têm relação com sintomas de síndromes respiratórias – têm sido encaminhados para as duas UPAs (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade, o que está movimentado as unidades em níveis maiores do que os convencionais.
Por telefone, uma funcionária da UPA do Jardim Anita disse que tanto a unidade da zona Oeste quanto a do Aeroporto têm ficado “bem cheias” em determinados momentos do dia. “Acontece exatamente igual ao que acontecia no pronto-socorro. Tem hora que esvazia, passa um tempinho, já enche outra vez.”
A administradora Elaine Rocha chegou na unidade do Jardim Anita nesta segunda-feira, 3, por volta das 18h e só saiu do local às 22h. “Estava muito lotada. Tinham vários estagiários atendendo e eles não sabiam nem o que fazer. Estavam perdidos de tanta gente que tinha”, disse.
No início da tarde desta terça-feira, 4, as duas UPAs estavam com movimento mais tranquilo. Apesar de, segundo relatos, ainda haver uma demora no atendimento, as pessoas não precisavam se aglomerar no interior das unidades e o fluxo era pequeno.
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