LOTA E ESVAZIA

Com atendimentos desviados, UPAs vivem alternância de pico

Por Lucas Faleiros | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Dirceu Garcia/GCN
Movimento na UPA do Aeroporto era tranquilo no início da tarde desta terça
Movimento na UPA do Aeroporto era tranquilo no início da tarde desta terça

Com os atendimentos do Pronto-socorro Municipal “Álvaro Azzuz” voltados exclusivamente à Covid-19, o que acontece desde o último domingo, 2, os casos clínicos – que não têm relação com sintomas de síndromes respiratórias – têm sido encaminhados para as duas UPAs (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade, o que está movimentado as unidades em níveis maiores do que os convencionais.

Por telefone, uma funcionária da UPA do Jardim Anita disse que tanto a unidade da zona Oeste quanto a do Aeroporto têm ficado “bem cheias” em determinados momentos do dia. “Acontece exatamente igual ao que acontecia no pronto-socorro. Tem hora que esvazia, passa um tempinho, já enche outra vez.”

A administradora Elaine Rocha chegou na unidade do Jardim Anita nesta segunda-feira, 3, por volta das 18h e só saiu do local às 22h. “Estava muito lotada. Tinham vários estagiários atendendo e eles não sabiam nem o que fazer. Estavam perdidos de tanta gente que tinha”, disse.

No início da tarde desta terça-feira, 4, as duas UPAs estavam com movimento mais tranquilo. Apesar de, segundo relatos, ainda haver uma demora no atendimento, as pessoas não precisavam se aglomerar no interior das unidades e o fluxo era pequeno.

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