DESAPARECIDO

Polícia Civil volta a ouvir testemunhas do caso Wesley

Por Kaique Castro | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Arquivo
Sede da DIG em Franca
Sede da DIG em Franca

Com a instauração do inquérito policial para apurar o que aconteceu com o menino Wesley Alves, desaparecido desde o dia 28 de agosto do ano passado, os investigadores da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Franca ouviram novamente nesta quinta-feira, 29, as testemunhas do caso. Nesta semana, foram ouvidos o proprietário do bar - onde foi furtada a bicicleta que foi vista com Wesley na rodovia Ronan Rocha - e clientes que estavam no local no dia do desaparecimento. A Polícia Civil instaurou o inquérito criminal no último mês e já ouviu os pais do jovem e outros familiares.

De acordo com o delegado Márcio Murari, as testemunhas foram chamadas para esclarecer algumas dúvidas da investigação. A bicicleta vista com Wesley foi furtada em um bar no Jardim Aeroporto. A última imagem que se tem do garoto é justamente com esta bicicleta, às 17h35 em frente à Boipec, na Ronan Rocha. Na ocasião, várias buscas no local foram feitas pelos familiares e pela Polícia Civil.

Agora, as oitivas continuam. A Polícia Civil não informou quais serão os próximos passos da investigação.

O inquérito está sendo acompanhado pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Um PID (Procedimento de Investigação de Desaparecimento) já estava instaurado desde 2020. Com a abertura do inquérito, Murari acredita dar uma transparência maior sobre os passos das investigações.

Lembre o caso
O menino Wesley Alves, com apenas 13 anos na época desapareceu na tarde do dia 28 de agosto, por volta de 16h30, quando saiu da casa onde a família morava, no Jardim Aeroporto. Camêras de residências flagraram o jovem em bairros da região Sul. A última imagem de Wesley que a polícia possui é a dele passando pela rodovia enquanto empurrava a bicicleta. Depois das fimalgens na Ronan Rocha o garoto nunca mais foi visto.  
 
Após o desaparecimento, várias pistas falsas foram dadas à família e aos policiais, como denúncias de que o jovem estaria em Serrana (SP), Ribeirão Preto (SP), São Paulo (SP), Ubatuba (SP), São Sebastião do Paraíso (MG), Campo Grande (MS) e outras cidades. Nenhuma trouxe indícios concretos do paradeiro do garoto.

 

 

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