Agora, consideradas atividades essenciais pelo Governo do Estado, as aulas podem retornar presencialmente. Na educação municipal, a Prefeitura já planeja uma retomada para os próximos meses. Ainda sem data confirmada, o prefeito Alexandre Ferreira (MDB) deve convocar entrevista coletiva para anunciar o retorno, mas, se toda programação for considerada, deve ficar só para junho.
Entre as primeiras determinações, estão o retorno dos profissionais e a conclusão das estruturas escolares. Em um prazo de 15 dias, os educadores podem solicitar laudo para junta médica, a fim de determinar se ficam no teletrabalho ou não. Um decreto já foi até publicado nessa terça-feira, 27, convocando estes profissionais. “Quem vai dizer se retorna ou não é essa junta médica. Eles têm 15 dias para providenciar esse laudo e, também, porque está na CLT que o servidor tem esse prazo”, explicou a secretária de Educação, Márcia Gatti.
Outra pendência, que dura desde o início do atual mandato, é a manutenção das escolas. Ao todo, são 56 prédios, e muitos não estavam adequados aos alunos, com problemas nas janelas e bebedouros. Após meses de manutenção, neste fim de abril, 18 escolas ainda não estão prontas. A previsão para que terminem: primeira quinzena de maio. “Colocamos até prazo para a primeira quinzena de maio”, afirmou a secretária.
Entre as primeiras determinações, estão o retorno dos profissionais e a conclusão das estruturas escolares. Em um prazo de 15 dias, os educadores podem solicitar laudo para junta médica, a fim de determinar se ficam no teletrabalho ou não. Um decreto já foi até publicado nessa terça-feira, 27, convocando estes profissionais. “Quem vai dizer se retorna ou não é essa junta médica. Eles têm 15 dias para providenciar esse laudo e, também, porque está na CLT que o servidor tem esse prazo”, explicou a secretária de Educação, Márcia Gatti.
Outra pendência, que dura desde o início do atual mandato, é a manutenção das escolas. Ao todo, são 56 prédios, e muitos não estavam adequados aos alunos, com problemas nas janelas e bebedouros. Após meses de manutenção, neste fim de abril, 18 escolas ainda não estão prontas. A previsão para que terminem: primeira quinzena de maio. “Colocamos até prazo para a primeira quinzena de maio”, afirmou a secretária.
Nestas mesmas duas primeiras semanas, a Secretaria fará também vistorias em todos os prédios. Analisado tudo, cada escola apresentará um plano de retomada, que também passará pela pasta e pode ser aprovado ou não. “A escola vai organizar se determinada turma vai numa semana e outra na seguinte. Cada escola tem que ver a disponibilidade dos professores, para saberem como vão organizar”, disse.
Com os planos aprovados, aí sim o retorno poderá acontecer. Mas, ainda assim, não será para todos. Por conta da presença de Franca na fase de transição do Plano São Paulo, os responsáveis podem determinar se seus filhos voltam ou não. Em pesquisas recentes da Prefeitura, a adesão ao retorno é de 50%.
Ainda assim, independentemente deste número, a prioridade será com aqueles que não têm condições de se manter no ensino remoto. Em algumas escolas, principalmente na Região Sul, 35% dos alunos se enquadram nesse quesito. “O critério de retorno é que voltem aqueles que não tenham ferramenta digital em casa. Precisamos atender esse aluno que está sem nada em casa”, afirmou Gatti.
Para aqueles que ficarem em casa, no ensino remoto, a Rede Municipal ainda não oferece uma plataforma digital específica. Os professorem atendem os alunos via WhatsApp. Para que isso mude, a previsão é ainda mais tardia, somente após julho. “Nós já fizemos a licitação para iniciarmos o processo de compra. Já organizamos uma forma de sala de aula com equipamentos tecnológicos. Até julho ou agosto, acredito que todas as escolas já terão esse equipamento”, estimou.
Analisando todas essas necessidades, mesmo sem a Prefeitura afirmar uma data, é possível que apenas em junho tudo esteja pronto.
Creches estão mais próximas da volta
Diferente das escolas, as creches não precisam aguardar fim de manutenção. Elas estão no processo de análise dos planos de retomada. “As creches estão prontas para receber os meninos, mas, agora, estamos analisando os planos de retomada. As estruturas físicas estão certas e eles encaminharam para nós os planos, que é a logística.”
Se os planos não estiverem de acordo com as determinações, o retorno pode atrasar. “Nossa equipe está analisando, para ver se cada unidade está atendendo as demandas e se estiver tudo certo, vamos devolver, para darmos o início. Se não estiver certo, vamos devolver para que eles possam adequar e aí sim darmos início.”
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.