QUARENTENA

Segunda-feira da fase de transição em Franca começa em ritmo lento

Por Lucas Faleiros | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Dirceu Garcia/GCN
Pessoas circulando no Centro da cidade na manhã desta segunda-feira
Pessoas circulando no Centro da cidade na manhã desta segunda-feira
No primeiro dia útil de reabertura na Fase de Transição, da quarentena contra a disseminação do croronavírus, muitas lojas no Centro de Franca abriram as portas mais tarde do que o costume, às 11 horas. O horário foi determinado pelo Governo do Estado, dentro do Plano São Paulo. A movimentação foi calma durante a manhã, com poucas pessoas circulando, mas, aos poucos, o movimento começou a aumentar e os francanos passaram fazer compras, pagar contas e frequentar as agências bancárias.
 
Antes do horário comercial permitido, o ritmo na cidade foi lento. As avenidas amanheceram com pouco movimento de veículos. Na Estação, era possível ver pessoas caminhando pelas vias, mas poucas entravam nas lojas. O cenário só começou a mudar depois das 10h da manhã, principalmente no Centro, quando mais francanos começaram a transitar pelos calçadões, a cruzar a Praça Nossa Senhora da Conceição e a entrar nas lojas. 
 
Apesar de não estar completamente lotada, a região central tinha, por exemplo, poucas vagas de estacionamento disponíveis para os veículos. O espaço mais cheio era a Praça Barão, que, como de costume, reunia muitas pessoas em seus bancos e estabelecimentos comerciais.
 
O Franca Shopping, que voltou a funcionar neste domingo, 18, não registrou grande movimentação durante a manhã desta segunda-feira, 19. Havia poucas pessoas circulando no interior do local e a grande maioria das lojas não recebia clientes.
 
Alívio
A reabertura do comércio representa um grande alívio para os lojistas. Renata Alves Patrocínio é gerente de uma loja de brinquedos localizada no Centro. Para ela, a volta traz boas expectativas, mesmo que o número de clientes neste primeiro dia não tenha sido tão grande. “O movimento não está tão grande, mas vai voltando aos poucos. É melhor pingar (clientela) do que faltar.”
 
A gerente diz também que o período com restrições mais fortes foi desesperador do ponto de vista do comerciante. “As vendas caíram muito e o lucro também, A gente vendia o dobro. Ficou complicado para lidar com pagamento de funcionário, por exemplo. Aqui, eu fiquei sozinha. Os outros acabaram mandados embora ou até saíram por conta própria. Estamos esperançosos por uma melhora.”

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