O início da vacinação de idosos com mais de 67 anos nesta terça-feira, 13, ficou marcado por um erro de uma estudante de enfermagem do Uni-Facef, que aplicava as doses no drive-thru do Poliesportivo. Na ocasião, por volta das 11h, a agente de saúde não apertou o êmbolo – dispositivo da seringa -, logo, a vacina não foi aplicada. Ao perceber o erro, a idosa cobrou e, rapidamente, a estudante consertou, dizendo que estava "zureta", por conta da quantidade de vacinas que já havia aplicado.
Leia mais:
Erro em aplicação da vacina contra covid no Póli viraliza; ASSISTA
Em nota, a Secretaria de Saúde, por meio da Assessoria de Imprensa da Prefeitura, classificou o erro da estudante como uma falha humana. A pasta relativizou o ocorrido, afirmando que não houve prejuízo à idosa. “No entanto, o fato foi percebido de imediato e, em fração de segundos, a vacinação foi prontamente concluída, sem prejuízo à pessoa vacinada.”
Em nota, a Secretaria de Saúde, por meio da Assessoria de Imprensa da Prefeitura, classificou o erro da estudante como uma falha humana. A pasta relativizou o ocorrido, afirmando que não houve prejuízo à idosa. “No entanto, o fato foi percebido de imediato e, em fração de segundos, a vacinação foi prontamente concluída, sem prejuízo à pessoa vacinada.”
Ainda no comunicado, a Saúde disse lamentar o ocorrido e que todos os procedimentos de vacinação estão sendo reforçados para toda a equipe, com “orientação em relação aos procedimentos técnicos de rotina e sobre a necessidade de demonstração e comprovação da dose aplicada aos vacinados, imprescindíveis para a garantia da segurança do público vacinado, assim como a transparência, lisura e eficácia do procedimento realizado”.
Apesar do rápido reparo, o filho da idosa, Tullio Bastos, que foi quem compartilhou o vídeo nas redes sociais, se mostrou indignado com a situação, mas entende que erros acontecem. “É um erro muito grave, não pode acontecer, mas também não vamos querer acabar com a vida dessa profissional. O importante é que minha mãe foi vacinada.”
Apesar do rápido reparo, o filho da idosa, Tullio Bastos, que foi quem compartilhou o vídeo nas redes sociais, se mostrou indignado com a situação, mas entende que erros acontecem. “É um erro muito grave, não pode acontecer, mas também não vamos querer acabar com a vida dessa profissional. O importante é que minha mãe foi vacinada.”
Ainda assim, ele pede que os idosos fiquem atentos a qualquer eventual erro e pede que a Prefeitura investigue o caso.
O Uni-Facef, responsável pela supervisão de suas estudantes, afirmou que o acontecimento será, sim, investigado. “As responsabilidades sobre o ocorrido serão apuradas na Instituição”.
Confira a nota completa do Centro Universitário:
“O Centro Universitário Municipal de Franca reforça que todo o protocolo para a aplicação da vacina está sendo adotado, com a devida supervisão. No ocorrido, assim que foi percebido que a vacina não havia sido injetada na paciente, o procedimento foi refeito, de forma correta e segura. As responsabilidades sobre o ocorrido serão apuradas na Instituição”.
Confira a nota completa da Prefeitura Municipal:
“A Secretaria Municipal de Saúde esclarece sobre a vacinação contra a COVID 19 desta terça-feira (13), que uma acadêmica de enfermagem, por falha humana, inseriu a agulha no braço de uma munícipe e sem, inicialmente, finalizar o procedimento de aplicação do imunizante. No entanto, o fato foi percebido de imediato e, em fração de segundos, a vacinação foi prontamente concluída, sem prejuízo à pessoa vacinada.
Todos os envolvidos na linha de frente da Campanha de Imunização recebem capacitação, de acordo com as orientações do “Documento Técnico – Campanha de Vacinação contra a COVID 19”, do Governo do Estado de São Paulo. Os acadêmicos são acompanhados por supervisores das instituições de ensino.
Por fim, a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido e esclarece que está sendo reiterada à equipe de vacinação, a orientação em relação aos procedimentos técnicos de rotina e sobre a necessidade de demostração e comprovação da dose aplicada aos vacinados, imprescindíveis para a garantia da segurança do público vacinado, assim como a transparência, lisura e eficácia do procedimento realizada”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.