A esperança ativa

Por Zelita Verzola | Especial para o GCN
| Tempo de leitura: 1 min

Você já deve ter ouvido que há duas espécies de inveja. Uma ativa, de quem admira alguém e gostaria de assemelhar-se e então procura meios de fazê-lo. E a outra, destrutiva, como aquela que matou Jesus. Os que pediram a sua crucifixão não queriam ser como ele ( nem conseguiriam, a distância era incomensurável ); queriam então que ele não fosse. Por que essas reflexões? Porque é Páscoa e tanta gente deseja ser feliz e diz aos outros que sejam felizes. Não basta. A esperança é ativa, precisa de movimento em direção à meta, mesmo que o primeiro degrau da escalada seja mais tênue que uma agulha.

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