APÓS TROCAS

Bolsonaro nega politização do Ministério da Defesa

Por Camila Turtelli, Emilly Behnke e Daniel Galvão | do Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 1 min
Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Cerimônia de apresentação dos novos comandantes das Forças Armadas
Cerimônia de apresentação dos novos comandantes das Forças Armadas
O presidente da República Jair Bolsonaro negou que tenha politizado o Ministério da Defesa com a troca de comando da pasta esta semana. O general Fernando Azevedo e Silva deu lugar ao também general Walter Braga Netto, que antes comandava a Casa Civil.
 
"Três ministros foram trocados durante a semana e três foram remanejados. Vou falar um pouquinho apenas sobre o Ministério da Defesa, onde houve uma especulação enorme da mídia, né? 'Está politizando... quer fazer isso, quer fazer aquilo'. Curiosidade: quem era e quem é o ministro da Defesa. Ambos são generais de Exército. Do último posto da carreira. General de quatro estrelas. Vocês sabem, quem é da ativa não pode estar sequer filiado a qualquer partido político", disse.
 
Bolsonaro fez uma lista de nomes de ministros durante os governos petistas. "No passado, a presidente Dilma (Rousseff) colocou o Jaques Wagner, do PT, para ser ministro da Defesa. Ela politizou ou eu politizei?", disse.
 
Ele ainda fez elogios ao general Braga Netto e disse que ele é um general de "linha de frente, de combate".

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