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Mercados, farmácias e restaurantes; veja o que muda na fase emergencial

Por Heloisa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação/Governo de São Paulo
O governador de SP, João Doria
O governador de SP, João Doria
O Estado de São Paulo instituiu uma nova fase que passa a valer a partir da próxima segunda-feira, 15. A chamada fase emergencial é mais restritiva e determina um toque de recolher das 20h às 5 horas para evitar a circulação de pessoas. 
 
Os mercados e farmácias podem funcionar em um horário mais amplo, 24 horas por dia. Embora haja a recomendação para a circulação de pessoas até as 20 horas, nesses estabelecimentos é permitido o atendimento presencial sem restrição de horário – desde que seja por um motivo necessário. 
 
Os restaurantes e lanchonetes também podem operar, mas sem atendimento presencial, apenas com drive thru – até as 20 horas – e delivery enquanto durar o serviço. Em qualquer modalidade de entrega está proibida a retirada do produto pelo cliente, conhecida como “take away” ou “pegue e leve”.
 
Outro setor que gerou dúvidas de funcionamento na fase emergencial são as indústrias que trabalham em período noturno. Elas também estão autorizadas a operar depois das 20 horas.

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