Reclamações sobre o excesso de buracos nas ruas e avenidas são comuns em Franca. Já na rua Rodrigo da Silva Teodoro, no Residencial Peres Elias, o buraco está na calçada. A população aguarda há três meses por uma solução. A cratera já é chamada de “cisterna” por populares, devido a suas proporções. O risco de acidentes no local, segundo eles, aumenta diariamente.
Segundo Maria Aparecida de Araújo, de 74 anos, ninguém que conhece a região passa pela calçada, com medo de cair ou tropeçar na cratera. “Ninguém passa pela calçada. Se alguém que não conhece ou não sabe do buraco vir a noite, caí dentro.”
Moradora da região há nove anos, a idosa brinca que se o neto dela caísse dentro do buraco era capaz de ele sumir. “Ontem (segunda-feira, 8) meu neto de 6 anos me perguntou se ele caísse lá dentro ele sumisse. Disse que era perigoso sumir mesmo.”
A restinguense se mudou para Franca há mais de 50 anos. Ele teme que ao passar um veículo pesado o asfalto afunde, devido ao excesso de água que cai pelo buraco. “A enxurrada que vem lá de cima, vem com tudo. Então cai tudo lá dentro. Onde a água passa ‘cavuca’ por baixo do asfalto. Estou com medo de passar um caminhão pesado e o asfalto afundar junto com o veículo (por exemplo).”
A reportagem comunicou o caso à Sabesp. Até o fechamento da reportagem, a companhia não informou como será resolvido o problema no Residencial Peres Elias.
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