COVIZAP

Morador reclama de ineficácia em ferramenta de denúncias contra aglomerações

Por Heloísa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
No dia 22 de janeiro, data em que Franca era rebaixada à fase vermelha pela primeira vez neste ano, o prefeito Alexandre Ferreira (MDB) anunciou o Covizap, ferramenta para denunciar abusos e irregularidades em uma das fases mais críticas da pandemia na cidade. As denúncias feitas de maneira simples, através de aplicativo de mensagens, se tornaram aliadas nas operações de fiscalização.

Com o passar do tempo e da proporção que a ferramenta tomou, as equipes não conseguem mais atender todas as demandas. Um internauta do portal GCN é um dos que afirmam a falta de retorno do Covizap.

“No domingo fizeram denúncias sobre uma festa clandestina na rodovia Franca a Ibiraci. Eles visualizaram e não foram lá”, disse ele, que preferiu não se identificar. “Eram mais de 30 pessoas na festa, que foi até as 6 horas da manhã de hoje. Ligamos para a polícia, mas não quiseram vir porque é competência da Vigilância. Não temos mais a quem recorrer.”

Em nota, a Vigilância Sanitária informou que “as reclamações e denúncias recebidas pelo Covizap passam por uma triagem, com análise sobre a estrutura do evento, quantidade de reclamações e de pessoas presentes e o local. Os fiscais da Vigilância se dirigem ao endereço indicado e solicitam o apoio da Guarda Civil Municipal ou Polícia Militar. Caso seja possível um contato com o responsável pelo evento, no momento, ele recebe uma autuação. Em não havendo contato com o responsável, a Vigilância encaminha a autuação pelos Correios.”

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