Alvos de ataques pelas redes sociais, Marília Martins e Guilherme Cortez, repudiam a atitude dos membros de um grupo no Facebook denominado “A Tropa em Shock”, formado com o objetivo de destruir as pessoas em Franca. A candidata a prefeita de Franca e o candidato a vereador pelo Psol, nas eleições passadas, esperam que os membros do grupo sejam punidos pela Justiça pelo crime virtual.
“Claramente é uma ação do gabinete de ódio a fim mesmo de atacar a democracia, através da intimidação, da violência. É um grupo que foca a destruição de projetos para a coletividade. São pessoas privilegiadas que não sabem o que fazer com esse privilégio. Muitas vezes não têm o que fazer ou têm uma vida desinteressante e não procuram uma participação ativa pra fazer o bem comum. Aí perdem um tempo precioso de suas vidas e dessas pessoas que são atacadas, nesse tipo de atitude criminosa, além de ser infantil”, disse Marília nesta segunda-feira, 1º.
Após sofrer um ataque durante uma live no período da campanha eleitoral do ano passado, Marília chegou a registrar boletim de ocorrência na Polícia Civil.
Ela destacou a matéria publicada pelo GCN, neste domingo, que denuncia o esquema para destruir as pessoas na cidade. “Acho muito importante essa matéria. A repercussão já está ampliada, mesmo porque, mostra um pouco de dentro do funcionamento desse gabinete do ódio, como esses criminosos atuam perseguindo as pessoas. E que novas denúncias apareçam. Que as pessoas não se deixam intimidar e que o Ministério Público, nossos responsáveis pela Justiça consigam encaminhar esse assunto a fim de mostrar a todas essas pessoas e às outras que ainda não foram descobertas que esses crimes não ficarão impunes.”
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Marília disse também que fazer o bem incomoda. “Fazer o bem incomoda pessoas de má índole. Esses bandidos têm certeza da impunidade, por isso, agem sorrateiramente e ainda se vangloriam de seus crimes. É inaceitável.”
Marília disse também que fazer o bem incomoda. “Fazer o bem incomoda pessoas de má índole. Esses bandidos têm certeza da impunidade, por isso, agem sorrateiramente e ainda se vangloriam de seus crimes. É inaceitável.”
Guilherme Cortez, que foi o quarto candidato a vereador mais bem votado nas eleições passadas - 2.890 votos, mas não foi eleito -, também pelo Psol, espera que esse grupo seja responsabilizado pelos ataques. “A gente também veio a ser alvo de ataques virtuais, que hoje a gente sabe que foi coordenado por esse grupo à época”, disse Cortez, lembrando que na ocasião, também registrara boletim de ocorrência na Polícia Civil.

Guilherme Cortez foi vítima de ataques e registrou BO na Polícia Civil
Ele acrescenta que esses crimes precisam ser investigados e os culpados punidos. “Estamos aguardando as investigações da Polícia Civil para tentar saber quem esteve por trás, quem foram os autores das ameaças que a gente recebeu por WhatsApp. A revelação desse grupo feita pelo GCN é muito importante. A nossa expectativa é que as pessoas sejam investigadas e, se houve crime nas atitudes delas, que elas sejam punidas exemplarmente. Internet não é uma terra sem lei, não é um lugar onde as pessoas podem se sentir à vontade para fazer o que bem entender, ameaçando, colocando em risco, inclusive, a vida de outras pessoas”, finalizou.
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