O Canil Municipal segue há mais de um ano sem realizar nenhuma ação, seja de recolhimento, leilão ou adoção. Motivo: o abandono da empresa responsável pelas capturas, que quebrou o contrato em agosto de 2019 e os leilões, que não acontecem desde janeiro do ano passado. Com isso, 17 cães, 16 equinos e um bovino estão abrigados e aguardam ações para uma nova moradia.
Esses mesmos animais, inclusive, são os únicos que utilizaram das instalações no canil em todo esse período. Ou seja, nenhum outro, mesmo que abandonado nas ruas ou maltratado, foi abrigado no local.
A empresa responsável pelas capturas e administração do canil, que recebia R$ 30 mil para realização do recolhimento e higienização da área, alegou o horário, das 17h às 7h, e a insegurança do local, localizado na rua José Gianesela, 415, City Petrópolis, para quebrar o contato. Furtos e roubos eram constantes.
Um ano e meio depois o problema segue, mas logo deve ser resolvido. De acordo com Eduardo Garcia, diretor do canil, dependendo da Copel (Companhia de Processos Licitatórios), até o meio de março as capturas retornarão. “Não tivemos entrada de animais nesse período, já que desde o mandato passado não tivemos captura. A gente abriu processo de licitação, está em andamento e em breve vamos fazer.”
Com o planejamento, leilões também devem acontecer. O primeiro já tem até data marcada. Será nesta quarta-feira, 24, a partir das 9h30. Apenas os equinos e bovino serão leiloados. “Os jumentos, colocamos lance de R$ 50. Os outros, vamos colocar R$ 200. São animais que queremos liberar, porque quando começar a captura, a circulação de animais será muito grande.”
Os cães serão colocados para adoção. Sem previsão ainda, o processo deve ser anunciado no site da Prefeitura. “Os cães são animais que entraram por maus-tratos e que vão sair para adoção.”
Aqueles que comprarem ou adotarem os animais terão então, a partir daquele momento, a responsabilidade por qualquer futura ação. No momento da entrega, o animal receberá um nome e ainda contará com um chip, tudo isso registrado no nome da pessoa. “São animais bonitos, bem sadios, bem cuidados e vão todos sair chipados. Então, as pessoas terão uma responsabilidade sobre isso. Aconteceu qualquer fato como acidente ou furto, o chip vai conseguir localizar.”
Após essa liberação e retorno das capturas, a preocupação será com os cavalos abandonados. Além disso, denúncias de animais maltratados também voltarão a ser recebidas. Toda estrutura é capaz de abrigar até 50 animais. “O nosso custo operacional é muito alto. A gente dá feno, dá ração. Aqui eu consigo tratar muito melhor que qualquer outro cavalo”, finalizou.
Esses mesmos animais, inclusive, são os únicos que utilizaram das instalações no canil em todo esse período. Ou seja, nenhum outro, mesmo que abandonado nas ruas ou maltratado, foi abrigado no local.
A empresa responsável pelas capturas e administração do canil, que recebia R$ 30 mil para realização do recolhimento e higienização da área, alegou o horário, das 17h às 7h, e a insegurança do local, localizado na rua José Gianesela, 415, City Petrópolis, para quebrar o contato. Furtos e roubos eram constantes.
Um ano e meio depois o problema segue, mas logo deve ser resolvido. De acordo com Eduardo Garcia, diretor do canil, dependendo da Copel (Companhia de Processos Licitatórios), até o meio de março as capturas retornarão. “Não tivemos entrada de animais nesse período, já que desde o mandato passado não tivemos captura. A gente abriu processo de licitação, está em andamento e em breve vamos fazer.”
Com o planejamento, leilões também devem acontecer. O primeiro já tem até data marcada. Será nesta quarta-feira, 24, a partir das 9h30. Apenas os equinos e bovino serão leiloados. “Os jumentos, colocamos lance de R$ 50. Os outros, vamos colocar R$ 200. São animais que queremos liberar, porque quando começar a captura, a circulação de animais será muito grande.”
Os cães serão colocados para adoção. Sem previsão ainda, o processo deve ser anunciado no site da Prefeitura. “Os cães são animais que entraram por maus-tratos e que vão sair para adoção.”
Aqueles que comprarem ou adotarem os animais terão então, a partir daquele momento, a responsabilidade por qualquer futura ação. No momento da entrega, o animal receberá um nome e ainda contará com um chip, tudo isso registrado no nome da pessoa. “São animais bonitos, bem sadios, bem cuidados e vão todos sair chipados. Então, as pessoas terão uma responsabilidade sobre isso. Aconteceu qualquer fato como acidente ou furto, o chip vai conseguir localizar.”
Após essa liberação e retorno das capturas, a preocupação será com os cavalos abandonados. Além disso, denúncias de animais maltratados também voltarão a ser recebidas. Toda estrutura é capaz de abrigar até 50 animais. “O nosso custo operacional é muito alto. A gente dá feno, dá ração. Aqui eu consigo tratar muito melhor que qualquer outro cavalo”, finalizou.
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