Um trecho da avenida Alonso y Alonso na pista sentido Galo Branco, que dá acesso à antiga rotatória com a avenida Champagnat, se encontra interditado nas proximidades do Banco do Brasil desde a manhã desta terça-feira, 16. O trânsito está sendo desviado para ruas do Centro e pequenos congestionamentos têm sido registrados.
Segundo a Prefeitura, os operários trabalham na conclusão do encabeçamento da segunda ponte e do recapeamento das vias do Sistema Viário da Champagnat. "A interdição, por medida de segurança dos trabalhadores e da população, foi comunicada previamente e deve seguir até esta quinta-feira, enquanto as equipes estiverem trabalhando. Em razão disso, a orientação aos motoristas é para que procurem evitar transitar pelas imediações e busquem rotas alternativas", informou, em nota.
Segundo informações de trabalhadores da Emdef (Empresa Municipal para o Desenvolvimento de Franca) presentes no local, a pista deve ser liberada durante a noite desta quarta-feira, 17, e novamente bloqueada na manhã da quinta-feira, 18, quando será colocada uma nova camada de asfalto onde o maquinário está trabalhando.
A opção para o motorista que tiver de passar por lá é virar à direita na rua Gildo de Castro Oliveira e seguir pela Nuno Alberto até à Júlio Cardoso, onde virará à esquerda rumo à avenida Champagnat. Lá, é necessário virar à esquerda novamente para chegar à Alonso y Alonso (veja no mapa abaixo).

Com as obras, estabelecimentos que ficam no trecho interditado acabaram recebendo bem menos clientes do que o habitual entre ontem e hoje.
Vendedora de uma loja de móveis instalada na região, Maria Concebida da Silva comenta que o espaço ficou inacessível aos clientes e torce pelo término das obras.
“Como está tudo bloqueado, as pessoas não conseguem chegar até aqui. Nem se tentarem dar a volta e vierem pela contramão na av. Champagnat. Isso atrapalhou bastante a gente. Hoje, tínhamos uma entrega para fazer, mas o cliente não conseguiu retirar a mercadoria e ficou para amanhã, se liberarem a pista. Como vendemos alguns móveis grandes, como camas, por exemplo, não tem como o cliente levar. Estamos pedindo a Deus para que as obras terminem o quanto antes”, disse.