5Um problema que parecia distante está cada vez mais perto de chegar a Franca. Casos da nova variante amazônica do coronavírus foram registrados em cidades do interior de São Paulo, como Jaú e Araraquara. Essa cepa é considerada três vezes mais contagiosa e possivelmente mais perigosa em pacientes jovens e sem comorbidades.
São 12 casos confirmados em Araraquara, a 170 quilômetros de Franca, e três em Jaú, a 240 quilômetros. Esses casos são da cepa identificada como P1, encontrada pela primeira vez em Manaus, no Amazonas.
Embora a nova cepa tenha sido identificada no interior do Estado, Franca ainda não consegue monitorar as novas variantes. O médico da Vigilância Epidemiológica, Homero Rosa, afirmou que isso depende do DRS-XIII (Departamento Regional de Saúde). “Em Franca nós ainda não temos esse monitoramento laboratorial da composição gênica do novo coronavírus. O município depende da regional de saúde para conseguir, junto ao Instituto Adolfo Lutz, a autorização para que a gente envie amostras de alguns pacientes”, disse.
Ainda de acordo com Homero, algumas tratativas já estão sendo feitas para conseguir o monitoramento de forma continuada para que seja possível identificar alguma variação importante das novas cepas.
São 12 casos confirmados em Araraquara, a 170 quilômetros de Franca, e três em Jaú, a 240 quilômetros. Esses casos são da cepa identificada como P1, encontrada pela primeira vez em Manaus, no Amazonas.
Embora a nova cepa tenha sido identificada no interior do Estado, Franca ainda não consegue monitorar as novas variantes. O médico da Vigilância Epidemiológica, Homero Rosa, afirmou que isso depende do DRS-XIII (Departamento Regional de Saúde). “Em Franca nós ainda não temos esse monitoramento laboratorial da composição gênica do novo coronavírus. O município depende da regional de saúde para conseguir, junto ao Instituto Adolfo Lutz, a autorização para que a gente envie amostras de alguns pacientes”, disse.
Ainda de acordo com Homero, algumas tratativas já estão sendo feitas para conseguir o monitoramento de forma continuada para que seja possível identificar alguma variação importante das novas cepas.
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