As entidades assistenciais de Franca apostam na vacina contra a Covid para uma retomada dos eventos, que possibilitam gerar rendas e também promover entretenimento à população, o mais rápido possível.
Os principais eventos que deixaram de ser realizados por conta da pandemia e que atraem um grande número de pessoas são o Hallel, Feira da Fraternidade, San Genaro, Cheropita, Leilão da Apae, Iansa, Bazar da Dona Nina, entre outros. Juntos, esses eventos movimentam cerca de 260 mil pessoas a cada edição.
Fernando de Oliveira Campos, presidente da AEAF - Associação das Entidades Assistenciais de Franca -, destaca que as promoções fazem parte do calendário anual dessas entidades e que elas dependem dos recursos arrecadados para manterem seus trabalhos assistenciais.
Fernando acredita que a vacina é a solução para tudo voltar à normalidade, mas que o processo precisa ser agilizado. “A vacina está aí, mas tudo precisava ser mais agilizado pra que possamos voltar logo à normalidade. Eu não vejo outros caminho, mas são duas doses e até que se consiga vacinar todo mundo deve demorar um pouquinho. Todo dia que passa vai ficando mais difícil para as entidades que dependem dos eventos para arrecadar verbas para a manutenção dos trabalhos assistenciais. Infelizmente devido a pandemia nós não estamos tendo como realizar esses eventos tradicionais na cidade”.
Os principais eventos que deixaram de ser realizados por conta da pandemia e que atraem um grande número de pessoas são o Hallel, Feira da Fraternidade, San Genaro, Cheropita, Leilão da Apae, Iansa, Bazar da Dona Nina, entre outros. Juntos, esses eventos movimentam cerca de 260 mil pessoas a cada edição.
Fernando de Oliveira Campos, presidente da AEAF - Associação das Entidades Assistenciais de Franca -, destaca que as promoções fazem parte do calendário anual dessas entidades e que elas dependem dos recursos arrecadados para manterem seus trabalhos assistenciais.
Fernando acredita que a vacina é a solução para tudo voltar à normalidade, mas que o processo precisa ser agilizado. “A vacina está aí, mas tudo precisava ser mais agilizado pra que possamos voltar logo à normalidade. Eu não vejo outros caminho, mas são duas doses e até que se consiga vacinar todo mundo deve demorar um pouquinho. Todo dia que passa vai ficando mais difícil para as entidades que dependem dos eventos para arrecadar verbas para a manutenção dos trabalhos assistenciais. Infelizmente devido a pandemia nós não estamos tendo como realizar esses eventos tradicionais na cidade”.
A associação conta com 30 entidades cadastradas que atendem uma demanda grande de famílias carentes. “Muitas pessoas dependem desses eventos através dos atendimentos das entidades que fazem um trabalho maravilhoso na cidade. Isso está fazendo falta porque a demanda vai aumentando. A cidade cresce, então, precisava até ter mais participação, mais arrecadação para que se possa atender a demanda”, acrescentou Fernando.
O presidente da AEAF destaca a importância do apoio empresarial junto às entidades. “A falta de recursos é muito grande. O que a gente pede é que a classe empresarial e as pessoas possam seguir nos ajudando porque o trabalho realizado faz um diferencial muito grande em nossa cidade”, destacou.
Fernando diz que a AEAF não tem controle sobre quantas pessoas as entidades assistem anualmente na cidade e nem do valor movimentado com os eventos promocionais. “Cada entidade tem seu caixa e sua forma de atendimento”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.