No dia 12 de janeiro deste ano, alguns funcionários presentes nas obras do Complexo Viário “Dr. William Wanderlei Jorge” disseram à reportagem do portal GCN que o projeto estaria entregue em 30 dias, caso não houvesse imprevisto. Cerca de um mês depois, isso ainda não aconteceu.
Nesta quinta-feira, 11, o local estava bem movimentado e vários operários da Autem e da Emdef trabalhavam em ambas as pontes. A principal delas, que fica onde era localizada a rotatória entre as avenidas Champagnat e Dr. Ismael Alonso y Alonso, já parece pronta e recebia um trabalho de acabamento no asfalto. Já o processo na ponte do retorno, localizada na rua Antônio Pádua Faria, está um pouco mais atrasado. A estrutura se encontra parcialmente fixada, mas ainda não começou a receber o asfaltamento.
Nenhuma das duas pontes está liberada e o fluxo das duas avenidas continua sendo desviado em determinados pontos. No mês passado, o secretário de Infraestrutura, Nicola Rossano, até cogitou a possibilidade de permitir o trânsito na principal delas, que substitui a rotatória, mas isso ainda não foi feito. Ao contrário, desde hoje até o dia 16, o trânsito no local está totalmente interditado, com exceção do fim de semana.
Segundo Rossano, a obra já está 85% pronta e deve ser entregue até o dia 13 de março, dependendo de algumas condições. Faltam ainda concluir pontos relacionados à estrutura e acabamentos.
“Atualmente, estamos trabalhando no recapeamento da avenida Champagnat e, posteriormente, seguiremos à Alonso y Alonso para fazer o encabeçamento do lado direito da ponte do retorno. O lado esquerdo já está pronto. Também falta fazer a reposição do gramado, piso tátil e o recapeamento”, explicou.
A empresa responsável pelas obras, Autem Engenharia, afirma que finalizará sua parte do projeto em “no máximo em 15 dias” – o asfaltamento das pontes é feito pela Emdef. Também foi dito que o atraso das obras se deve pela “necessidade de remanejamento da rede de água e esgoto, pelo desligamento da rede elétrica (de responsabilidade de outros órgãos, não da contratada) e em razão da falta de matéria-prima, como aço, concreto e cimento no mercado interno brasileiro”.
Nesta quinta-feira, 11, o local estava bem movimentado e vários operários da Autem e da Emdef trabalhavam em ambas as pontes. A principal delas, que fica onde era localizada a rotatória entre as avenidas Champagnat e Dr. Ismael Alonso y Alonso, já parece pronta e recebia um trabalho de acabamento no asfalto. Já o processo na ponte do retorno, localizada na rua Antônio Pádua Faria, está um pouco mais atrasado. A estrutura se encontra parcialmente fixada, mas ainda não começou a receber o asfaltamento.
Nenhuma das duas pontes está liberada e o fluxo das duas avenidas continua sendo desviado em determinados pontos. No mês passado, o secretário de Infraestrutura, Nicola Rossano, até cogitou a possibilidade de permitir o trânsito na principal delas, que substitui a rotatória, mas isso ainda não foi feito. Ao contrário, desde hoje até o dia 16, o trânsito no local está totalmente interditado, com exceção do fim de semana.
Segundo Rossano, a obra já está 85% pronta e deve ser entregue até o dia 13 de março, dependendo de algumas condições. Faltam ainda concluir pontos relacionados à estrutura e acabamentos.
“Atualmente, estamos trabalhando no recapeamento da avenida Champagnat e, posteriormente, seguiremos à Alonso y Alonso para fazer o encabeçamento do lado direito da ponte do retorno. O lado esquerdo já está pronto. Também falta fazer a reposição do gramado, piso tátil e o recapeamento”, explicou.
A empresa responsável pelas obras, Autem Engenharia, afirma que finalizará sua parte do projeto em “no máximo em 15 dias” – o asfaltamento das pontes é feito pela Emdef. Também foi dito que o atraso das obras se deve pela “necessidade de remanejamento da rede de água e esgoto, pelo desligamento da rede elétrica (de responsabilidade de outros órgãos, não da contratada) e em razão da falta de matéria-prima, como aço, concreto e cimento no mercado interno brasileiro”.
Ainda de acordo com o comunicado feito pelo grupo, os problemas citados foram resolvidos e o “cronograma da obra de responsabilidade da Autem está sendo concluído dentro do estipulado em contrato”.
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