O Hospital da Caridade de Franca, do IMA (Instituto Medicina do Além), pode voltar a atender pacientes com covid-19. A ideia, desta vez, é que o Estado assuma a instituição com total autonomia na sua administração por um período determinado nesta pandemia.
O prefeito Alexandre Ferreira (MDB) disse que Franca precisa de uma estrutura maior do que já possui para abrigar leitos de enfermaria e de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para tratar pessoas infectadas pelo coronavírus. O hospital seria uma alternativa.
“Nós podemos usar o IMA, mas nós tínhamos que pedir autorização para a Promotoria por causa de um processo que tem. A Prefeitura requisita a estrutura, a diretoria (CNPJ) se afasta temporariamente e a gente faz um inventário de tudo que tem lá dentro, com o Judiciário, com a Saúde. Todo mundo junto para não ter problema”, disse o prefeito.
Desse modo, o Estado assumiria toda parte administrativa da instituição. “O Estado colocaria a estrutura inteira para funcionar, com equipamentos, materiais, pagamento de diária, pessoal e tudo mais. São possibilidades que nós fomos apresentar ao Estado com eles podendo acompanhar o planejamento de acordo com o que eles querem”, sugeriu Alexandre. “Se eu quiser abrir mais 40 leitos hoje, eu não tenho onde pôr. Temos que achar soluções”, disse Alexandre, na entrevista à rádio Difusora nessa quarta-feira, 10.
Nesta semana, a diretoria do hospital também esteve na sessão da Câmara Municipal colocando a instituição à disposição da cidade no combate ao coronavírus. “Temos à disposição 50 leitos atualmente. Tivemos a oportunidade de atender a cidade no começo da pandemia com 20 leitos de enfermaria, podendo atender 230 pessoas. Graças a Deus, foi um trabalho ótimo. Não tivemos nenhuma contaminação dos nossos profissionais. Tivemos só dois óbitos”, lembra João Berbel, idealizador do IMA (Instituto de Medicina do Além), que controla ao Hospital da Caridade.
O presidente do Hospital da Caridade, Wellington Berbel, disse nesta quinta-feira, 11, que se o hospital for solicitado pelo Estado para voltar às atividades, a missão será cumprida.
“Se for solicitado para o hospital voltar às atividades pelo Estado, pela Prefeitura ou federal, de qualquer forma nós vamos estar cumprindo nossa missão. O Hospital da Caridade está aqui para designar um papel que é ajudar o povo, o próximo, a comunidade. A gente só preza por um trabalho bem feito, bem desenvolvido, com muita responsabilidade, como temos feito, cumprindo todos os protocolos. É uma coisa que a gente se orgulha muito.”
Berbel finalizou dizendo que não haverá nenhum problema com relação à administração ser transferida para o Estado. “A administração sendo estadual, tranquilo, não tem problema. A gente já fica à disposição.”
Na Justiça
O prefeito Alexandre Ferreira (MDB) disse que Franca precisa de uma estrutura maior do que já possui para abrigar leitos de enfermaria e de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para tratar pessoas infectadas pelo coronavírus. O hospital seria uma alternativa.
“Nós podemos usar o IMA, mas nós tínhamos que pedir autorização para a Promotoria por causa de um processo que tem. A Prefeitura requisita a estrutura, a diretoria (CNPJ) se afasta temporariamente e a gente faz um inventário de tudo que tem lá dentro, com o Judiciário, com a Saúde. Todo mundo junto para não ter problema”, disse o prefeito.
Desse modo, o Estado assumiria toda parte administrativa da instituição. “O Estado colocaria a estrutura inteira para funcionar, com equipamentos, materiais, pagamento de diária, pessoal e tudo mais. São possibilidades que nós fomos apresentar ao Estado com eles podendo acompanhar o planejamento de acordo com o que eles querem”, sugeriu Alexandre. “Se eu quiser abrir mais 40 leitos hoje, eu não tenho onde pôr. Temos que achar soluções”, disse Alexandre, na entrevista à rádio Difusora nessa quarta-feira, 10.
Nesta semana, a diretoria do hospital também esteve na sessão da Câmara Municipal colocando a instituição à disposição da cidade no combate ao coronavírus. “Temos à disposição 50 leitos atualmente. Tivemos a oportunidade de atender a cidade no começo da pandemia com 20 leitos de enfermaria, podendo atender 230 pessoas. Graças a Deus, foi um trabalho ótimo. Não tivemos nenhuma contaminação dos nossos profissionais. Tivemos só dois óbitos”, lembra João Berbel, idealizador do IMA (Instituto de Medicina do Além), que controla ao Hospital da Caridade.
O presidente do Hospital da Caridade, Wellington Berbel, disse nesta quinta-feira, 11, que se o hospital for solicitado pelo Estado para voltar às atividades, a missão será cumprida.
“Se for solicitado para o hospital voltar às atividades pelo Estado, pela Prefeitura ou federal, de qualquer forma nós vamos estar cumprindo nossa missão. O Hospital da Caridade está aqui para designar um papel que é ajudar o povo, o próximo, a comunidade. A gente só preza por um trabalho bem feito, bem desenvolvido, com muita responsabilidade, como temos feito, cumprindo todos os protocolos. É uma coisa que a gente se orgulha muito.”
Berbel finalizou dizendo que não haverá nenhum problema com relação à administração ser transferida para o Estado. “A administração sendo estadual, tranquilo, não tem problema. A gente já fica à disposição.”
Na Justiça
A Ação Civil Pública que o Hospital da Caridade responde em conjunto com o município foi iniciada em dezembro de 2020. O Ministério Público Federal (MPF) investiga se houve irregularidades nos contratos firmados entre o município e a instituição na implantação de hospital de campanha para o combate à covid-19, ao custo de R$ 1,2 milhão e aluguel do próprio prédio.
“É uma Ação Civil Pública questionando a celebração de um contrato de aluguel e o contrato do convênio sobre os 20 leitos para o tratamento da Covid. Nós estamos apresentando a defesa, o processo está na sua fase inicial. Contudo, não houve nenhum uso de verba pública de forma indevida”, garante Mansur Said Filho, advogado do Hospital da Caridade.
Segundo ele, todo convênio entre o Hospital da Caridade e a Prefeitura foi cumprido. “Inclusive, os valores repassados se mostraram deficitários. O hospital está correndo para saldar déficit gerado pelo próprio convênio”, completou o advogado.
“É uma Ação Civil Pública questionando a celebração de um contrato de aluguel e o contrato do convênio sobre os 20 leitos para o tratamento da Covid. Nós estamos apresentando a defesa, o processo está na sua fase inicial. Contudo, não houve nenhum uso de verba pública de forma indevida”, garante Mansur Said Filho, advogado do Hospital da Caridade.
Segundo ele, todo convênio entre o Hospital da Caridade e a Prefeitura foi cumprido. “Inclusive, os valores repassados se mostraram deficitários. O hospital está correndo para saldar déficit gerado pelo próprio convênio”, completou o advogado.
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