Um laudo pericial deverá afirmar a quantidade de disparos efetuados pelos policiais militares na ação que resultou com a morte do jovem Alan Diego, de 23 anos, na última terça-feira, 2. Informações obtidas com exclusividade pelo GCN apontam que os militares dispararam 18 vezes durante toda ocorrência. Ainda não se sabe se todos os tiros foram direcionados ao jovem ou os disparos foram efetuados como ordem de parada.
O resultado da perícia deve sair em 30 dias e o caso já está sendo investigado pela Polícia Civil, que já ouviu os dois militares envolvidos na ação. Segundo o delegado Márcio Murari, responsável pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais), um inquérito policial foi instaurado e as armas dos militares e a que estaria com o rapaz foram encaminhados para a perícia para exames residuográfico e de recenticidade - exame feito para verificar se o disparo foi realizado em um período recente à ocorrência da ação criminosa.
“Os policiais militares já prestaram o primeiro depoimento na Central de Polícia Judiciária. Agora estamos buscando outras testemunhas e familiares, para que prestem depoimentos, para que a Polícia Civil esclareça o caso”, disse o delegado Murari, responsável pelas investigações.
Os laudos também deverão mostrar se o revólver que estaria com Alan foi utilizado por ele no momento da abordagem. O calibre 32 estava municiado com três cartuchos deflagrados e quatro intactos.
“Os exames vão constatar se Alan efetuou ou não o disparo da arma de fogo. Diante disso, juntaremos os laudos e encaminharemos ao Ministério Público, para que ele adote as medidas cabíveis”, continuou Murari.
A Polícia Civil ainda não recebeu o laudo apontando o número de disparos que atingiram o rapaz, mas segundo apurado pela reportagem, Alan sofreu cerca de cinco disparos, atingindo a perna, tórax e costas.
A polícia também não sabe a origem da arma encontrada com o rapaz. O caso segue sendo investigado pela DIG. Os policiais militares envolvidos cumprirão funções administrativas, pelo menos, até a conclusão do inquérito, que também foi aberto pela Polícia Militar.
Arma encontrada estaria sendo vendida por Alan
O resultado da perícia deve sair em 30 dias e o caso já está sendo investigado pela Polícia Civil, que já ouviu os dois militares envolvidos na ação. Segundo o delegado Márcio Murari, responsável pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais), um inquérito policial foi instaurado e as armas dos militares e a que estaria com o rapaz foram encaminhados para a perícia para exames residuográfico e de recenticidade - exame feito para verificar se o disparo foi realizado em um período recente à ocorrência da ação criminosa.
“Os policiais militares já prestaram o primeiro depoimento na Central de Polícia Judiciária. Agora estamos buscando outras testemunhas e familiares, para que prestem depoimentos, para que a Polícia Civil esclareça o caso”, disse o delegado Murari, responsável pelas investigações.
Os laudos também deverão mostrar se o revólver que estaria com Alan foi utilizado por ele no momento da abordagem. O calibre 32 estava municiado com três cartuchos deflagrados e quatro intactos.
“Os exames vão constatar se Alan efetuou ou não o disparo da arma de fogo. Diante disso, juntaremos os laudos e encaminharemos ao Ministério Público, para que ele adote as medidas cabíveis”, continuou Murari.
A Polícia Civil ainda não recebeu o laudo apontando o número de disparos que atingiram o rapaz, mas segundo apurado pela reportagem, Alan sofreu cerca de cinco disparos, atingindo a perna, tórax e costas.
A polícia também não sabe a origem da arma encontrada com o rapaz. O caso segue sendo investigado pela DIG. Os policiais militares envolvidos cumprirão funções administrativas, pelo menos, até a conclusão do inquérito, que também foi aberto pela Polícia Militar.
Arma encontrada estaria sendo vendida por Alan
Áudios apontam que Alan estaria vendendo o revólver Rossi 32, no momento da abordagem. Em um dos áudios, um familiar afirma que o rapaz estaria indo até a padaria naquela noite para encontrar um comprador para a arma.
“Ele só tinha isso do crime. Combinou com uma pessoa o local de entrega da arma, mas a polícia chegou antes. Ele até chamou duas pessoas para irem com ele até o local da entrega (padaria), mas ninguém quis ir”, diz uma familiar em uma mensagem de áudio de WhatsApp.
A arma foi apreendida e encaminhada ao Instituto Criminalístico, onde passará por exames para constatar se foi utilizada ou não no momento da abordagem.
Alan já possuía passagens pela polícia por furto e tráfico de drogas. Em uma das apreensões, segundo o boletim de ocorrência, ele teria agredido um policial militar.
“Ele só tinha isso do crime. Combinou com uma pessoa o local de entrega da arma, mas a polícia chegou antes. Ele até chamou duas pessoas para irem com ele até o local da entrega (padaria), mas ninguém quis ir”, diz uma familiar em uma mensagem de áudio de WhatsApp.
A arma foi apreendida e encaminhada ao Instituto Criminalístico, onde passará por exames para constatar se foi utilizada ou não no momento da abordagem.
Alan já possuía passagens pela polícia por furto e tráfico de drogas. Em uma das apreensões, segundo o boletim de ocorrência, ele teria agredido um policial militar.
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