O representante do setor imobiliário Jorge Felix Donadeli Júnior usou a Tribuna da Câmara Municipal de Franca, nesta terça-feira, 2, para pedir apoio do Legislativo sobre a Lei de Parcelamento do Solo Urbano.
Jorgito disse que a Lei vem sofrendo várias transformações e que Franca precisa avançar. “Não podemos ficar atrelados a uma lei retrógrada, gerando um déficit habitacional enorme e com vários problemas, dentre eles o nefasto processo de favelização. Hoje já observamos em Franca alguns barracos que podem dar origem a favelas na cidade.”
O empreendedor disse que o setor espera caminhar em parceria com a Câmara e com o Executivo. “Queremos depositar nosso voto de confiança na nova administração municipal, assim como nos vereadores. Queremos trabalhar juntos para acabar com a morosidade nos processos de financiamentos e aprovação de projetos na construção civil da cidade.”
Jorgito disse que a Lei vem sofrendo várias transformações e que Franca precisa avançar. “Não podemos ficar atrelados a uma lei retrógrada, gerando um déficit habitacional enorme e com vários problemas, dentre eles o nefasto processo de favelização. Hoje já observamos em Franca alguns barracos que podem dar origem a favelas na cidade.”
O empreendedor disse que o setor espera caminhar em parceria com a Câmara e com o Executivo. “Queremos depositar nosso voto de confiança na nova administração municipal, assim como nos vereadores. Queremos trabalhar juntos para acabar com a morosidade nos processos de financiamentos e aprovação de projetos na construção civil da cidade.”
Segundo ele, o serviço de projetos na Prefeitura já chegou a ficar emperrado por 10 anos. “Houve casos de empreendimentos que demoraram 10 anos para serem aprovados na Secretaria de Planejamento da Prefeitura. Nossos pleitos são revisão completa na lei 137, contemplando prazos máximos para que os projetos sejam aprovados”, disse Donadeli, que é diretor de assuntos institucionais da Aelo (Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano), ligado também à Alfa (Associação das Empresas Loteadores de Construção Civil de Franca).
CPFL
Em seguida, foi a vez de Alexandre Garcia Alonso usar a tribuna para apresentar programa de “Arborização Mais Segura” da CPFL. “Esse projeto vem ao encontro da necessidade de nossa cidade, evitando acidentes devido os temporais que provocam vários tipos de problemas e propicia mais qualidade de vida”, disse Alexandre.
O novo consultor da CPFL destacou também que a empresa está lançando a conta digital para pagamentos de contas através de vários canais.
Alguns vereadores aproveitaram a presença do representante da CPFL para questionar vários serviços da empresa, como falta de iluminação e queda de energia em pontos da cidade. “Vou levar todas as demandas à empresa”, disse Alexandre, que na gestão do prefeito Gilson de Souza (DEM) foi presidente do Fussol.
Vereadores na Tribuna
O novo consultor da CPFL destacou também que a empresa está lançando a conta digital para pagamentos de contas através de vários canais.
Alguns vereadores aproveitaram a presença do representante da CPFL para questionar vários serviços da empresa, como falta de iluminação e queda de energia em pontos da cidade. “Vou levar todas as demandas à empresa”, disse Alexandre, que na gestão do prefeito Gilson de Souza (DEM) foi presidente do Fussol.
Vereadores na Tribuna
Lurdinha Granzotte (PSL) foi a primeira a usar a Tribuna na sessão desta terça-feira. A vereadora citou os recentes aumentos de combustíveis e impostos no Estado de São Paulo, com crítica ao governador João Doria (PSDB). “Minha vontade hoje é encontrar com o Doria pra ver o que ele pretende fazer com nossa cidade.”
O segundo parlamentar a discursar na Tribuna foi Marcelo Tidy (DEM), como tema cirurgia eletiva. “Fui buscar a informação e fiquei sabendo que há cerca de 12 mil pessoas na fila à espera de uma cirurgia. Precisamos resolver essa demanda. Verifiquei que há pessoa esperando na fila desde 2006. Precisamos saber quem são essas pessoas e acolhê-las.”
O segundo parlamentar a discursar na Tribuna foi Marcelo Tidy (DEM), como tema cirurgia eletiva. “Fui buscar a informação e fiquei sabendo que há cerca de 12 mil pessoas na fila à espera de uma cirurgia. Precisamos resolver essa demanda. Verifiquei que há pessoa esperando na fila desde 2006. Precisamos saber quem são essas pessoas e acolhê-las.”
O terceiro vereador a usar a Tribuna foi Gilson Pelizaro (PT). Entre vários assuntos ele destacou a situação grave e o número alto de mortes por covid nesta segunda-feira e a volta às aulas. “Nós, como autoridades do município, temos que ter cautela em tudo aquilo que vamos fazer. Nós iniciamos o trabalho da CEAR (Comissão Especial de Assuntos Relevantes) com relação a volta às aulas. Vamos discutir alguns aspectos com a secretária (de Educação) para definir essa situação, já que estamos numa faixa altíssima de contaminação. Não justifica a volta presencial das aulas com a pandemia lá em cima. A situação é muito grave e temos que ter cautela. Não existe disputa política, o que existe é preocupação.”
Zezinho Cabeleireiro (PP) fechou a série de discursos na parte da manhã criticando o decreto do governo sobre a pandemia. “Esse governo rasgou a constituição. Está tendo uma desigualdade nesse decreto. Sobre o comércio, uns podem trabalhar outros não. Isso precisa ser revisto.”
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