Vivendo numa época em que se tornou extremamente complicado fugir de um vocabulário medicinal, pode-se dizer que, no Brasil, existe um vírus causador de uma verdadeira epidemia. O vírus responsável por transmitir o amor pelo futebol.
Agora, neste sábado, 30, um evento promete movimentar e inquietar milhões de infectados por essa paixão no país do futebol: a final da Copa Libertadores da América. O campeonato chega ao seu fim depois de mais de um ano – atrasado pela pandemia do coronavírus – e vai ter como protagonistas em seu último jogo, o “da vida” para muitos, dois times paulistas: Palmeiras e Santos.
Como não poderia deixar de ser, em Franca existem muitos torcedores de ambos os clubes e eles estão preparando os seus corações para as emoções que estão por vir. Dois desses fãs são bem ilustres e conhecidos pelos francanos: os radialistas Valdes Rodrigues e Everton Lima, que, coincidentemente, dividem o mesmo apreço pelo lado verde da final.
Valdes, inclusive, conta que nem sabe se vai ter psicológico para assistir à partida. “Às vezes, eu nem vejo os jogos. Fico muito nervoso. Não sei se terei equilíbrio emocional para ver ao vivo.” Quando o assunto é a disputa no campo, o radialista não vê um grande favorito. “Não tem prognóstico. Tudo vai ser decidido nos detalhes. Isso só muda se algum dos times marcar um gol no começo. Aí desequilibra. É o que eu penso. Estarei na torcida pelo Palmeiras.”
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Valdes Rodrigues: 'Não sei se terei
equilíbrio emocional para ver ao vivo'
Seu companheiro de rádio, Everton Lima, diz que vai acompanhar a final com seus filhos e relata que, a princípio, não tinha tantas esperanças de ver o Verdão na final. Ele também não vê nenhum elenco muito à frente do outro na final.
“Vou ver com minha família, com meus filhos, que são ainda mais apaixonados do que eu. Até pela questão da pandemia, estaremos em casa. De início, sendo sincero, não achava que o Palmeiras chegaria onde chegou. Principalmente com o Luxemburgo, com aquele jogo amarrado. 1 a 0 estava sempre bom. Depois, chegou o português (Abel Ferreira) e mudou tudo. Passou a jogar com alegria e confiança. Não acho que tenha um favorito, até porque são as melhores campanhas, mas palpito 2 a 0 para o Verdão”, disse.

Everton Lima: 2 a 0 para o Palmeiras
Quem também cita uma importante mudança na postura do time alviverde após a chegada do técnico Abel Ferreira é Jovassi Correia Dias, conhecido radialista do esporte francano. “Se fosse para seguir com o Luxa, eu não tinha muita fé, não. Está certo que ele fez boas campanhas, mas o time não produzia bem. Quando chegou o Abel, eu passei a acreditar.”
Jova acredita que o Palmeiras leva uma pequena vantagem, mas pode se complicar caso deixe os dois principais jogadores do Peixe com liberdade em campo. “Tem um time mais forte e mais definidor. Tem boas peças que podem brilhar. Mas, tem que tomar muito cuidado com o Marinho e com o Soteldo. Se deixar esses dois jogarem, vai complicar. Eles estão jogando muito.”
E a partida não vai mexer somente com os ânimos de quem acompanhou seu time do lado de fora do campo por toda a vida. A final vai balançar o coração de um palmeirense francano que já teve o prazer de vestir a camisa de seu time do coração. É o ex-jogador João Paulo de Castro Ferreira, que atuava como volante e zagueiro, e esteve no elenco do Palmeiras entre os anos de 2004 e 2006.

João Paulo com a camisa do Palmeiras
Agora, como torcedor, João Paulo torce, assim como todos os seus familiares, para que o Verdão conquiste o bicampeonato continental. “Cara, eu estou muito ansioso. O frio na barriga é gigante. Lá em casa, é todo mundo doido no Palmeiras. Família é toda palmeirense. Eu vou ver o jogo um pouco longe deles, como estou em Maceió, mas estarei torcendo junto. E, para falar a verdade, se pudesse ter torcida, faria de tudo para ir assistir no Maracanã. O confronto vai ser equilibrado, mas eu espero que fique uns 2 a 0 para a gente. Espero que o pessoal lá da frente, como o Rony e o Luiz Adriano, consiga se sobressair.”
O ex-jogador conta, inclusive, que durante a sua carreira como atleta chegou a jogar junto com uma das grandes esperanças de gol do elenco atual do time, o meia Raphael Veiga. “Joguei junto com ele no Grêmio Osasco Audax. Ele era da base e já jogava muita bola. Lá, ele acabou ficando pouco tempo, pois saiu para ir jogar no Coritiba. A gente já se encontrou algumas vezes depois disso.”

João Paulo (2º em pé): 'O frio na
barriga é gigante'
“É o jogo da vida para as equipes.” Assim define o presidente da sede da torcida organizada Mancha Alvi Verde em Franca, Pablo Castro de Sousa. “Eu creio que vai ser uma partida de alto nível. O que pode atrapalhar um pouco é o calor. Apesar de achar que não tem um favorito, penso que o Palmeiras está pronto. A gente vem batendo na trave já há algum tempo na competição. Essa é a hora de ser campeão da América. A Libertadores é a nossa obsessão.”
Pablo afirma que, caso o Maracanã pudesse receber público neste sábado, a torcida francana estaria presente. “Com certeza, a gente fecharia um ônibus e iria. Nós já temos o costume de ir nos jogos grandes, em clássicos. Essa é uma final única e em um templo do futebol brasileiro. Quando isso vai acontecer outra vez? Aí já viu. A excursão ficaria lotada. Mas, fazer o quê? Paciência. Se a gente for campeão, já está bom demais.”

Pablo Castro de Sousa: 'É o jogo da
vida para as equipes'
O presidente da organizada diz ainda que, caso o Palmeiras se sagre o vencedor da copa, a comemoração terá de ser mais reservada. “A nossa vontade, caso ganhe, era fazer aquela festa na avenida Champagnat com todo mundo, né? Como sempre acontece. Porém, tem a pandemia. Mesmo ganhando, não vai ter aquela comemoração com todos juntos, porque realmente não pode reunir.”
O palmeirense Guilherme Ventura também diz que gostaria de estar presente na final e desembolsaria qualquer quantia em dinheiro para ir assistir à partida. “Foram longos 21 anos para que nós chegássemos nesse ponto. Ainda por cima é em jogo único e contra o Santos, que é um grande time, formando um grande clássico. É algo único e espetacular. Se eu pudesse, iria sim.”

Guilherme Ventura: 'Algo único e
espetacular'
O jovem relata que acreditou desde o início que o Palmeiras chegaria à final da Libertadores. “A gente sempre tem que acreditar no melhor do clube do coração. Espero que ganhe também. Torço pra que fique 2 a 0 para o Verdão, com gols de Luiz Adriano e Rony. Agora é reunir a família em casa para assistir.”
Outro fã que sonha em frequentar uma final de Libertadores com seu time do coração em campo é João Pedro Fernandes. “É o meu grande sonho. Ainda mais com o Palmeiras chegando tanto tempo depois, como fez agora. Mas, por causa da pandemia, infelizmente ir nos jogos se tornou algo muito distante. O que fica é a vontade para ir em uma outra oportunidade.”
João Pedro também conta que vai ver a partida em sua casa, acompanhado de seu pai, assim como fez em todas as outras fases do campeonato. “Assisti todos os outros lá, então, na final, para dar sorte, vai ser lá também. Agora, é torcer para sairmos campeões. Pode ser de qualquer jeito: sofrido, nos pênaltis ou da maneira que for. Saindo com a vitória, eu ficarei feliz.”
A torcida do Santos também se faz presente na cidade e se mostra contente com o desempenho do time, que avançou até a última partida do campeonato mesmo sendo desacreditado por muitos. Adriano Freire destaca o tamanho do jogo e aposta em uma vitória do alvinegro da Vila Belmiro.
“Será uma final e tanto. Vai mexer com o coração de muita gente. Muitos que nem torcem para algum dos times vão acabar tomando preferência para algum dos lados. Depois de um ano tão difícil, é gratificante ter dois times brasileiros restando na Libertadores. Vai ser muito equilibrado e sem um favorito, mas eu espero terminar meu sábado comemorando uma vitória do Peixão por 2 a 0, com gols de Marinho e Soteldo”, palpitou.

Adriano Freire e o filho mais novo
dele, Samuel
O santista também afirma que vai ver o jogo em sua casa, com sua esposa e filhos, longe do restante de sua família, que é predominantemente palmeirense. “Vamos assistir só entre nós mesmo, até por conta de toda questão da pandemia. Aliás, eu tenho um motivo extra para não me reunir com todo mundo. Eu sou um santista que vive em uma família repleta de palmeirenses. Se eu fosse me juntar com eles, ia virar uma verdadeira bagunça. Todo mundo tira sarro. Ninguém deixa barato lá.”
Gabriel Campos Barbosa vai acompanhar a partida junto de alguns amigos mais próximos. Ele conta que ficou surpreso com a campanha de seu time do coração. “O meu sonho mesmo era ir até o Maracanã. Como não tem jeito neste momento, vou ver na casa de um amigo. O Santos me surpreendeu bastante no torneio. Acho até que não só a mim, mas também causou uma surpresa nos outros torcedores. Estão jogando com muita raça e união, honrando essa camisa pesada. Espero comemorar esse título.”
Santista extremamente ansioso para a final de logo mais, Eduardo Neves não esconde o seu entusiasmo com a equipe. “É o jogo da vida. Estou extremamente ansioso. Não vejo a hora de começar. Eu, é claro, espero que meu time se saia melhor. Vai ser uma disputa muito equilibrada e difícil. É lá e cá. Pode até ir para os pênaltis. Mas, a minha torcida é para que o Marinho e o Soteldo, lá na frente, consigam se sair bem e fazer a torcida comemorar a conquista da quarta taça da Liberta.”
Como não poderia deixar de ser, em Franca existem muitos torcedores de ambos os clubes e eles estão preparando os seus corações para as emoções que estão por vir. Dois desses fãs são bem ilustres e conhecidos pelos francanos: os radialistas Valdes Rodrigues e Everton Lima, que, coincidentemente, dividem o mesmo apreço pelo lado verde da final.
Valdes, inclusive, conta que nem sabe se vai ter psicológico para assistir à partida. “Às vezes, eu nem vejo os jogos. Fico muito nervoso. Não sei se terei equilíbrio emocional para ver ao vivo.” Quando o assunto é a disputa no campo, o radialista não vê um grande favorito. “Não tem prognóstico. Tudo vai ser decidido nos detalhes. Isso só muda se algum dos times marcar um gol no começo. Aí desequilibra. É o que eu penso. Estarei na torcida pelo Palmeiras.”
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Valdes Rodrigues: 'Não sei se terei
equilíbrio emocional para ver ao vivo'
Seu companheiro de rádio, Everton Lima, diz que vai acompanhar a final com seus filhos e relata que, a princípio, não tinha tantas esperanças de ver o Verdão na final. Ele também não vê nenhum elenco muito à frente do outro na final.
“Vou ver com minha família, com meus filhos, que são ainda mais apaixonados do que eu. Até pela questão da pandemia, estaremos em casa. De início, sendo sincero, não achava que o Palmeiras chegaria onde chegou. Principalmente com o Luxemburgo, com aquele jogo amarrado. 1 a 0 estava sempre bom. Depois, chegou o português (Abel Ferreira) e mudou tudo. Passou a jogar com alegria e confiança. Não acho que tenha um favorito, até porque são as melhores campanhas, mas palpito 2 a 0 para o Verdão”, disse.

Everton Lima: 2 a 0 para o Palmeiras
Quem também cita uma importante mudança na postura do time alviverde após a chegada do técnico Abel Ferreira é Jovassi Correia Dias, conhecido radialista do esporte francano. “Se fosse para seguir com o Luxa, eu não tinha muita fé, não. Está certo que ele fez boas campanhas, mas o time não produzia bem. Quando chegou o Abel, eu passei a acreditar.”
Jova acredita que o Palmeiras leva uma pequena vantagem, mas pode se complicar caso deixe os dois principais jogadores do Peixe com liberdade em campo. “Tem um time mais forte e mais definidor. Tem boas peças que podem brilhar. Mas, tem que tomar muito cuidado com o Marinho e com o Soteldo. Se deixar esses dois jogarem, vai complicar. Eles estão jogando muito.”
E a partida não vai mexer somente com os ânimos de quem acompanhou seu time do lado de fora do campo por toda a vida. A final vai balançar o coração de um palmeirense francano que já teve o prazer de vestir a camisa de seu time do coração. É o ex-jogador João Paulo de Castro Ferreira, que atuava como volante e zagueiro, e esteve no elenco do Palmeiras entre os anos de 2004 e 2006.

João Paulo com a camisa do Palmeiras
Agora, como torcedor, João Paulo torce, assim como todos os seus familiares, para que o Verdão conquiste o bicampeonato continental. “Cara, eu estou muito ansioso. O frio na barriga é gigante. Lá em casa, é todo mundo doido no Palmeiras. Família é toda palmeirense. Eu vou ver o jogo um pouco longe deles, como estou em Maceió, mas estarei torcendo junto. E, para falar a verdade, se pudesse ter torcida, faria de tudo para ir assistir no Maracanã. O confronto vai ser equilibrado, mas eu espero que fique uns 2 a 0 para a gente. Espero que o pessoal lá da frente, como o Rony e o Luiz Adriano, consiga se sobressair.”
O ex-jogador conta, inclusive, que durante a sua carreira como atleta chegou a jogar junto com uma das grandes esperanças de gol do elenco atual do time, o meia Raphael Veiga. “Joguei junto com ele no Grêmio Osasco Audax. Ele era da base e já jogava muita bola. Lá, ele acabou ficando pouco tempo, pois saiu para ir jogar no Coritiba. A gente já se encontrou algumas vezes depois disso.”

João Paulo (2º em pé): 'O frio na
barriga é gigante'
“É o jogo da vida para as equipes.” Assim define o presidente da sede da torcida organizada Mancha Alvi Verde em Franca, Pablo Castro de Sousa. “Eu creio que vai ser uma partida de alto nível. O que pode atrapalhar um pouco é o calor. Apesar de achar que não tem um favorito, penso que o Palmeiras está pronto. A gente vem batendo na trave já há algum tempo na competição. Essa é a hora de ser campeão da América. A Libertadores é a nossa obsessão.”
Pablo afirma que, caso o Maracanã pudesse receber público neste sábado, a torcida francana estaria presente. “Com certeza, a gente fecharia um ônibus e iria. Nós já temos o costume de ir nos jogos grandes, em clássicos. Essa é uma final única e em um templo do futebol brasileiro. Quando isso vai acontecer outra vez? Aí já viu. A excursão ficaria lotada. Mas, fazer o quê? Paciência. Se a gente for campeão, já está bom demais.”

Pablo Castro de Sousa: 'É o jogo da
vida para as equipes'
O presidente da organizada diz ainda que, caso o Palmeiras se sagre o vencedor da copa, a comemoração terá de ser mais reservada. “A nossa vontade, caso ganhe, era fazer aquela festa na avenida Champagnat com todo mundo, né? Como sempre acontece. Porém, tem a pandemia. Mesmo ganhando, não vai ter aquela comemoração com todos juntos, porque realmente não pode reunir.”
O palmeirense Guilherme Ventura também diz que gostaria de estar presente na final e desembolsaria qualquer quantia em dinheiro para ir assistir à partida. “Foram longos 21 anos para que nós chegássemos nesse ponto. Ainda por cima é em jogo único e contra o Santos, que é um grande time, formando um grande clássico. É algo único e espetacular. Se eu pudesse, iria sim.”

Guilherme Ventura: 'Algo único e
espetacular'
O jovem relata que acreditou desde o início que o Palmeiras chegaria à final da Libertadores. “A gente sempre tem que acreditar no melhor do clube do coração. Espero que ganhe também. Torço pra que fique 2 a 0 para o Verdão, com gols de Luiz Adriano e Rony. Agora é reunir a família em casa para assistir.”
Outro fã que sonha em frequentar uma final de Libertadores com seu time do coração em campo é João Pedro Fernandes. “É o meu grande sonho. Ainda mais com o Palmeiras chegando tanto tempo depois, como fez agora. Mas, por causa da pandemia, infelizmente ir nos jogos se tornou algo muito distante. O que fica é a vontade para ir em uma outra oportunidade.”
João Pedro também conta que vai ver a partida em sua casa, acompanhado de seu pai, assim como fez em todas as outras fases do campeonato. “Assisti todos os outros lá, então, na final, para dar sorte, vai ser lá também. Agora, é torcer para sairmos campeões. Pode ser de qualquer jeito: sofrido, nos pênaltis ou da maneira que for. Saindo com a vitória, eu ficarei feliz.”
A torcida do Santos também se faz presente na cidade e se mostra contente com o desempenho do time, que avançou até a última partida do campeonato mesmo sendo desacreditado por muitos. Adriano Freire destaca o tamanho do jogo e aposta em uma vitória do alvinegro da Vila Belmiro.
“Será uma final e tanto. Vai mexer com o coração de muita gente. Muitos que nem torcem para algum dos times vão acabar tomando preferência para algum dos lados. Depois de um ano tão difícil, é gratificante ter dois times brasileiros restando na Libertadores. Vai ser muito equilibrado e sem um favorito, mas eu espero terminar meu sábado comemorando uma vitória do Peixão por 2 a 0, com gols de Marinho e Soteldo”, palpitou.

Adriano Freire e o filho mais novo
dele, Samuel
O santista também afirma que vai ver o jogo em sua casa, com sua esposa e filhos, longe do restante de sua família, que é predominantemente palmeirense. “Vamos assistir só entre nós mesmo, até por conta de toda questão da pandemia. Aliás, eu tenho um motivo extra para não me reunir com todo mundo. Eu sou um santista que vive em uma família repleta de palmeirenses. Se eu fosse me juntar com eles, ia virar uma verdadeira bagunça. Todo mundo tira sarro. Ninguém deixa barato lá.”
Gabriel Campos Barbosa vai acompanhar a partida junto de alguns amigos mais próximos. Ele conta que ficou surpreso com a campanha de seu time do coração. “O meu sonho mesmo era ir até o Maracanã. Como não tem jeito neste momento, vou ver na casa de um amigo. O Santos me surpreendeu bastante no torneio. Acho até que não só a mim, mas também causou uma surpresa nos outros torcedores. Estão jogando com muita raça e união, honrando essa camisa pesada. Espero comemorar esse título.”
Santista extremamente ansioso para a final de logo mais, Eduardo Neves não esconde o seu entusiasmo com a equipe. “É o jogo da vida. Estou extremamente ansioso. Não vejo a hora de começar. Eu, é claro, espero que meu time se saia melhor. Vai ser uma disputa muito equilibrada e difícil. É lá e cá. Pode até ir para os pênaltis. Mas, a minha torcida é para que o Marinho e o Soteldo, lá na frente, consigam se sair bem e fazer a torcida comemorar a conquista da quarta taça da Liberta.”
O cenário caótico estabelecido na diretoria do Santos no início de 2020 gerou muita desconfiança nos torcedores. Muitos deles chegaram a ficar com medo, inclusive, de que o time fosse rebaixado para a segunda divisão do Brasileirão. Porém, com o passar da temporada, a equipe foi se acertando e obteve bons resultados.
Fábio Henrique de Sousa Mariano atribui os bons resultados da equipe ao técnico Cuca, que chegou em agosto do ano passado para substituir o português Jesualdo Ferreira, que não vinha agradando.
“Não esperava de jeito nenhum que iria ver meu time na final da Libertadores depois de tudo que aconteceu em 2020. Foram dívidas, punições, jogadores cobrando salário atrasado, presidente sofrendo impeachment... Eu esperava, inclusive, que a eliminação viesse bem rápido. Porém, o elenco evoluiu muito com a chegada do Cuca, que trouxe uma nova cara pro time e a classificação para final da Libertadores.”

Fábio Henrique de Sousa Mariano:
'decisão nos pênaltis'
O fã do Peixe acredita que a decisão será extremamente equilibrada, mas chuta um resultado positivo para seu time. “Será bem disputado. São duas grandes equipes que estão em grande fase. Além de tudo, em um clássico, é difícil ter um favorito. Mais difícil ainda quando se tratam de dois grandes clubes, como são Santos e Palmeiras. O meu palpite é que o jogo será decidido nos pênaltis e o Peixe vai se sagrar campeão.”
O torcedor Eduardo Morais também não acreditava na boa campanha de seu time, mas cita que uma projeção feita pela imprensa argentina, que apontava que o time de Cuca não iria tão longe na competição, deu uma injeção de ânimo nos jogadores. “Para ser sincero, não tinha tanta fé. Mas aqueles ‘4%’ foram essenciais para que nós chegássemos. Sobre o jogo: vai ser muito truncado. Aposto em um 1x0 chorado para a gente.”
Quem também está na torcida pelo alvinegro é Mateus de Oliveira. O rapaz conta que a ansiedade tomou conta dele desde o término das semifinais e que não vê a hora do início da final. “Estou extremamente ansioso. A gente fica naquela de ‘não chega o dia’ e vai dando uma aflição. Agora que chegou, eu estou apreensivo, mas é para o lado bom. Será um jogo muito pegado e eu espero que o Santos ganhe, tornando-se o maior campeão da Libertadores no Brasil. Mas, os dois times têm chance.”
A final do torneio continental acontece logo mais, às 17h, e será realizada no Rio de Janeiro, no lendário estádio do Maracanã. Palmeiras e Santos se classificaram para a partida após baterem os clubes argentinos River Plate e Boca Juniors, respectivamente. A transmissão da decisão será feita pelos canais SBT, na TV Aberta, e Fox Sports, na TV por assinatura.
Leia mais sobre a grande final da Taça Libertadores da América aqui.
Fábio Henrique de Sousa Mariano atribui os bons resultados da equipe ao técnico Cuca, que chegou em agosto do ano passado para substituir o português Jesualdo Ferreira, que não vinha agradando.
“Não esperava de jeito nenhum que iria ver meu time na final da Libertadores depois de tudo que aconteceu em 2020. Foram dívidas, punições, jogadores cobrando salário atrasado, presidente sofrendo impeachment... Eu esperava, inclusive, que a eliminação viesse bem rápido. Porém, o elenco evoluiu muito com a chegada do Cuca, que trouxe uma nova cara pro time e a classificação para final da Libertadores.”

Fábio Henrique de Sousa Mariano:
'decisão nos pênaltis'
O fã do Peixe acredita que a decisão será extremamente equilibrada, mas chuta um resultado positivo para seu time. “Será bem disputado. São duas grandes equipes que estão em grande fase. Além de tudo, em um clássico, é difícil ter um favorito. Mais difícil ainda quando se tratam de dois grandes clubes, como são Santos e Palmeiras. O meu palpite é que o jogo será decidido nos pênaltis e o Peixe vai se sagrar campeão.”
O torcedor Eduardo Morais também não acreditava na boa campanha de seu time, mas cita que uma projeção feita pela imprensa argentina, que apontava que o time de Cuca não iria tão longe na competição, deu uma injeção de ânimo nos jogadores. “Para ser sincero, não tinha tanta fé. Mas aqueles ‘4%’ foram essenciais para que nós chegássemos. Sobre o jogo: vai ser muito truncado. Aposto em um 1x0 chorado para a gente.”
Quem também está na torcida pelo alvinegro é Mateus de Oliveira. O rapaz conta que a ansiedade tomou conta dele desde o término das semifinais e que não vê a hora do início da final. “Estou extremamente ansioso. A gente fica naquela de ‘não chega o dia’ e vai dando uma aflição. Agora que chegou, eu estou apreensivo, mas é para o lado bom. Será um jogo muito pegado e eu espero que o Santos ganhe, tornando-se o maior campeão da Libertadores no Brasil. Mas, os dois times têm chance.”
A final do torneio continental acontece logo mais, às 17h, e será realizada no Rio de Janeiro, no lendário estádio do Maracanã. Palmeiras e Santos se classificaram para a partida após baterem os clubes argentinos River Plate e Boca Juniors, respectivamente. A transmissão da decisão será feita pelos canais SBT, na TV Aberta, e Fox Sports, na TV por assinatura.
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