DENÚNCIAS

Juiz nega pedido de afastamento de acusados de agressões na Fundação Casa

Por Kaique Castro | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Arquivo/GCN
A Justiça negou o pedido do Ministério Público para afastar os servidores da Fundação Casa de Franca, que estão sendo acusados de agressões contra os adolescentes, assédio moral e estupro. 
 
O pedido foi feito pelo promotor de justiça da Infância e Juventude, Anderson de Castro Ogrizi, na última terça-feira, 12, e foi negado pelo juiz José Rodrigues Aimatéa, que entendeu não ser o caso de afastamento do diretor Marcelo Viana Barense, do coordenador Erivan de Melo e de outro agente socioeducativo, denunciados por familiares e agentes.  
 
Os servidores são acusados de praticarem crimes dentro da unidade, como agressão aos adolescentes e assédio moral. Erivan de Melo também é acusado de estupro por uma ex-vigilante do local. O caso de Erivan foi arquivado, mas a mulher tenta reabrir o inquérito na Justiça. Todos os envolvidos seguem trabalhando normalmente na Fundação. 
 
O promotor Anderson de Castro informou que vai recorrer da decisão do juiz e o processo de defesa e que oitivas de testemunhas seguirão. 
 
Denúncias
 
As denúncias feitas por agentes e familiares de internos apontam que "práticas criminosas" acontecem na Fundação Casa. Em um termo circunstanciado, dez agentes de apoio que atuam na unidade apontam o que classificam como “inúmeras práticas criminosas”. Boletins de ocorrência também foram registrados na Polícia Civil.

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