LIXO

Moradores reclamam de entulho no Tropical; sujeira facilita aparição de escorpiões

Por Heloísa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
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Lixo acumulado em terreno na Manuel Gimenes Algarte, Tropical 2
Lixo acumulado em terreno na Manuel Gimenes Algarte, Tropical 2
Que terrenos cheios de lixo são um problema em Franca não é novidade, mas durante a estação de calor e chuva, típica dos meses de dezembro e janeiro, a proliferação de insetos, principalmente escorpiões, agravam a situação. 
 
Uma moradora do Jardim Tropical que não quis ser identificada relatou que há mais de um ano o terreno em frente à sua casa, na rua Manuel Gimenes Algarte, não recebe uma limpeza. Outras pessoas da vizinhança já procuraram a Prefeitura e vereadores para uma solução, mas nada foi feito ser uma área privada. 
 
“Raramente tiram o lixo ali, mas raramente mesmo. É coisa de uma vez a cada seis meses e, ainda assim, acho que no ano passado, o lixo ali foi tirado só uma vez. Infelizmente, não temos o que fazer porque não se trata de um terreno público”, disse. 
 
Ainda de acordo com a moradora, os escorpiões começaram a aparecer com frequência nas últimas semanas. “Só na minha casa contamos sete escorpiões. Nas minhas vizinhas também apareceram. Na verdade, praticamente todas as casas aqui já tiveram casos de escorpiões.”
 
O chefe da Vigilância Sanitária, Felipe Granzotti, afirmou que esse é realmente um período propício para este problema. “Agora, com chuvas e calor mais intenso, a tendência é que realmente apareça um número maior de reclamação referente aos escorpiões. Por isso, a gente pede que a população fique mais atenta.” 
 
Uma das recomendações de Felipe é tomar cuidado ao calçar sapatos, vestir roupas e revisar a cama e lençóis antes de dormir. “É extremamente importante que a população mantenha todas as ligações com o esgoto vedadas, já que 90% dos casos de escorpião em Franca é do tipo amarelo, que vive no esgoto”, ressaltou.
 
Em casos de acidente com escorpião, é necessário procurar uma unidade de saúde o quanto antes e passar para uma avaliação clínica. Assim, o médico responsável vai indicar quais medidas a serem tomadas.

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