QUARENTENA

'Não vamos mais aceitar abusos e excessos', diz chefe da Vigilância Sanitária

Por Heloísa Taveira | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação
Felipe Granzotti comanda a fiscalização em Franca
Felipe Granzotti comanda a fiscalização em Franca
O chefe da Vigilância Sanitária de Franca, Felipe Granzotti, participou na manhã desta sexta-feira do programa A hora é essa!, da rádio Difusora. Na entrevista, Granzotti falou sobre as discussões colocadas em pauta na reunião que integrou todos os setores que atuam na fiscalização do cumprimento das regras da quarentena contra a proliferação do coronavírus.
 
O encontro foi realizado nessa quinta-feira, 7, e foi o primeiro, em 10 meses de pandemia, que reuniu os integrantes da Vigilância Sanitária, Polícia Militar e Guarda Civil, responsáveis pelas fiscalizações na cidade. De acordo com Felipe, a reunião foi muito produtiva para entender, principalmente, as limitações de cada área.
 
Apesar de evitar qualquer tipo de confronto, a partir de agora os fiscais não vão mais tolerar o descumprimento das regras impostas pelo Estado e município dentro do Plano São Paulo, de reabertura da economia. “Vamos responsabilizar aqueles que estiverem cometendo excessos. Os que estiverem trabalhando de forma correta, a Vigilância vai ser a primeira a apoiar e dar os parabéns”, disse Felipe. “Quer trabalhar? Pode trabalhar. Quer passar do horário? Vai ter consequências.”
 
Granzotti explicou que o objetivo das fiscalizações nunca foi interditar locais ou sair multando os estabelecimentos, mas o cenário pede que sejam tomadas medidas mais duras. “A partir do momento que estabelecimentos estão funcionando, é bom para a cidade e para a economia, só que tem regras e elas precisam ser seguidas”, afirmou. 
 
Durante a entrevista, o chefe da Vigilância ainda confirmou que o crescimento acelerado de casos e internações registrados nesta semana são reflexos do Natal, e que os números das festas e confraternizações de Ano Novo ainda vão chegar. “A preocupação tem que existir sempre, mas ela se torna ainda maior quando pensamos na quantidade de casos que está por vir.”

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