O secretário de Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse anteontem à noite que a eficácia da Coronavac não chegou a 90%. Durante a entrevista à Rádio CBN, reforçou que o imunizante atingiu o patamar mínimo exigido de 50%, mas não revelou o porcentual alcançado pelo produto.
"Não atingiu 90%. Nós não sabemos o quanto acima de 50% ficou, se foi 60%, 70% ou 80%", afirmou o secretário. "Mas eles estão em níveis que nos permitem fazer redução de impacto da doença na nossa população, diminuindo o número de pessoas com doença grave e que, infelizmente, vêm a morrer."
Gorinchteyn disse que o patamar abaixo dos 90% já era esperado, em razão do método utilizado para a fabricação da vacina, que usa o vírus inativado para provocar a defesa do corpo humano. "Sabíamos que a efetividade jamais atingiria 90%, mas o que nós não imaginávamos era que a empresa (a chinesa Sinovac) queria e objetivava um resultado muito próximo em todos os países e não somente em um ou outro país."
A divulgação do porcentual de efetividade da Coronavc estava marcado para ocorrer na quarta-feira, dia 23, mas o governo acabou adiando o anúncio pela quarta vez. A gestão do João Doria (PSDB) justificou o novo adiamento, dizendo que a Sinovac solicitou os números para fazer novas análises, com um prazo de 15 dias. Anteontem, a Turquia informou que os testes com a Coronavac no país mostraram eficácia de 91%.
Para Gorinchteyn, o fato de a vacina ter atingido o porcentual acima do mínimo já é algo relevante. "Obtermos a eficácia foi extremamente importante", disse, pontuando que mesmo para os grupos nos quais a eficácia não seja completa a vacina poderá representar um abrandamento da doença, com menos óbitos e internações.
"Não atingiu 90%. Nós não sabemos o quanto acima de 50% ficou, se foi 60%, 70% ou 80%", afirmou o secretário. "Mas eles estão em níveis que nos permitem fazer redução de impacto da doença na nossa população, diminuindo o número de pessoas com doença grave e que, infelizmente, vêm a morrer."
Gorinchteyn disse que o patamar abaixo dos 90% já era esperado, em razão do método utilizado para a fabricação da vacina, que usa o vírus inativado para provocar a defesa do corpo humano. "Sabíamos que a efetividade jamais atingiria 90%, mas o que nós não imaginávamos era que a empresa (a chinesa Sinovac) queria e objetivava um resultado muito próximo em todos os países e não somente em um ou outro país."
A divulgação do porcentual de efetividade da Coronavc estava marcado para ocorrer na quarta-feira, dia 23, mas o governo acabou adiando o anúncio pela quarta vez. A gestão do João Doria (PSDB) justificou o novo adiamento, dizendo que a Sinovac solicitou os números para fazer novas análises, com um prazo de 15 dias. Anteontem, a Turquia informou que os testes com a Coronavac no país mostraram eficácia de 91%.
Para Gorinchteyn, o fato de a vacina ter atingido o porcentual acima do mínimo já é algo relevante. "Obtermos a eficácia foi extremamente importante", disse, pontuando que mesmo para os grupos nos quais a eficácia não seja completa a vacina poderá representar um abrandamento da doença, com menos óbitos e internações.
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