DECISÃO

'Não vamos apoiar nenhuma candidatura no 2º turno', diz Adérmis Marini

Por N. Fradique | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Dirceu Garcia/GCN
Adérmis Marini diz que continuará na vida pública
Adérmis Marini diz que continuará na vida pública
Adérmis Marini, quarto colocado na eleição para prefeito de Franca com 22.203 votos (15,46%), declarou nesta quinta-feira, 19, que vai seguir seu partido - PSDB - e que não irá apoiar nenhum dos dois candidatos que estão no segundo turno. Os candidatos que seguem na disputa são Flávia Lancha (PSD) e Alexandre Ferreira (MDB).
 
Adérmis confirmou sua neutralidade em entrevista ao programa A Hora é Essa!, da rádio Difusora, nesta quinta-feira. Ele disse respeitar os candidatos, mas que vai seguir com o seu projeto, mesmo não conseguindo chegar ao segundo turno.
 
“Quero agradecer a população pela votação que tivemos, mas que por menos de 5 mil votos não fomos para o segundo turno. A gente respeita os dois candidatos que estão no segundo turno, mas nós temos um projeto e, a partir daí, decidimos manter a neutralidade nesse momento. Também é minha decisão pessoal. Inclusive, ouvimos os dois vereadores eleitos pelo nosso partido, que são o Daniel Bassi e o Kaká... É muito importante saber a posição deles, já que vão ocupar uma cadeira durante os quatro anos do próximo prefeito.” 
 
Ele acrescentou que fez duras críticas aos dois candidatos que estão no segundo turno durante a campanha, mas que vai votar em um deles. “Tivemos contrapontos importantes durante a campanha, mas é necessário nesse momento que a população possa escolher o melhor nome, agora. Claro, que vou votar em um deles, já tenho minha escolha. O importante é que a população escolha bem, faça uma análise crítica em relação às duas candidaturas. Independentemente do resultado, nós queremos o bem de Franca.”
 
O vereador pediu que o eleitor não anule o voto. “Não anule o voto, não abstenha. O número de votos foi baixíssimo nessa eleição. Tem que votar consciente para que nossa cidade seja bem administrada.”
 
A partir de janeiro, Adérmis ficará sem cargo eletivo, depois de quase uma década, e garante que não deixará a vida pública. “Agora é hora de me dedicar à minha vida pessoal, mas não deixo a vida pública.”

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