Desde o dia 6 de abril, o Pronto-socorro Municipal "Álvaro Azzuz" se tornou centro referência no combate contra a covid-19. Na ocasião, Franca tinha apenas quatro casos positivos de coronavírus e nenhuma morte, mas, ainda assim, praticamente todos os leitos seriam disponibilizados para pacientes com síndrome gripal. Praticamente sete meses depois, o local volta a atender também outras patologias.
A decisão, segundo a Secretaria de Saúde, se dá por conta da diminuição nos atendimentos de pacientes com sintomas da covid-19. Na última semana, por exemplo, foram atendidas 22 regulações de pacientes com síndrome gripal, enquanto 80 regulações foram de pacientes com patologias que não são respiratórias.
O número é bem baixo, considerando que há quase três meses, 90% das regulações eram de pacientes com sintomas de gripe. Ainda segundo dados da Saúde, atualmente, uma média de 500 atendimentos são realizados por dia, sendo 70% não respiratórios.
A mudança fará com que o movimento nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) seja bem menor, já que, desde que o PS se tornou referência, as duas unidades, no Aeroporto e Anita, passaram a atender todos casos de urgência e emergência da cidade, que não fossem relacionados ao novo coronavírus. “Ajuda sim, quando as UPAs estão lotadas, desviamos o fluxo para o PS”, disse o secretário de Saúde, José Conrado Netto.
São Joaquim
Por conta da diminuição de casos, considerando os números de meses anteriores, no início da semana, o Centro de Triagem da Covid-19, montado pelo hospital Unimed/São Joaquim foi desmontado. O atendimento para pacientes com suspeita de Covid-19 foi transferido para Unidade de Emergência do Hospital.
Para o hospital, com a diminuição dos casos, as tendas instaladas na rua Antônio Torres de Penedo já não são mais necessárias. A via já está liberada para o trânsito.
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