A Prefeitura de Franca realiza neste sábado, 17, o Dia D contra a poliomielite e da multivacinação. O público-alvo são crianças menores de 15 anos, para as quais estarão disponíveis para aplicação doses de todas as vacinas do calendário nacional de imunização.
A mobilização acontece das 8 até as 17 horas, em todas as 15 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) da cidade, que estão localizadas nos bairros da Estação, São Sebastião, Santa Clara, Leporace, Guanabara, Santa Terezinha, Luiza, Paulistano, Paulista, Planalto, Brasilândia, Ângela Rosa, Aeroporto I, Aeroporto III e Progresso.
Com relação à multivacinação, desde o início da campanha, 500 pessoas foram até as unidades para atualizar suas carteiras. Delas, 461 foram vacinadas - as demais estavam com a carteira em dia. Desde o começo da campanha, 622 crianças foram imunizadas contra a pólio.
Além disso, Franca segue com a campanha de vacinação contra o sarampo. Podem receber doses adultos de 30 a 49 anos de idade. No Dia D da campanha, compareceram mais de 400 pessoas nas unidades, sendo aplicadas 233 doses. Ao todo, mais de 5.500 moradores foram vacinados contra a doença.
Para ser vacinada, a pessoa - ou seu responsável - deve comparecer às UBSs com a carteira de vacinação e um documento de identificação.
Adesão à vacinação
O secretário de Saúde de Franca, José Conrado Netto, afirma que, já há algum tempo, tem notado a baixa adesão das famílias às campanhas de vacinação. “A gente tem notado uma procura menor há alguns anos. E a pandemia contribuiu mais ainda com isso. É necessário conscientizar os pais da importância da vacinação para que não tenhamos aumento na incidência de doenças imunopreveníveis.”
Segundo ele, não é possível explicar com precisão os motivos que levam as pessoas a resistir às vacinas. “As razões pelas quais as pessoas escolhem não se vacinar são complexas e incluem falta de confiança, complacência, acreditar em falsas notícias de movimentos antivacinais... Contudo, a vacinação é a melhor forma de prevenção. Hoje possuímos diversas vacinas em nosso calendário vacinal. Essas doenças não podem voltar a gerar problema.”
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