CASO WESLEY

Familiares de Wesley fazem buscas no local onde bicicleta foi vista

Por N. Fradique | da Redação
| Tempo de leitura: 2 min
Reprodução
Local onde a bicicleta foi vista jogada: ao fundo, existe uma lavoura de café
Local onde a bicicleta foi vista jogada: ao fundo, existe uma lavoura de café

Um grupo formado por voluntários e familiares do garoto Wesley realizou novas buscas pelo menino na tarde desta terça-feira, 22. A área escolhida foi nas proximidades de onde a bicicleta, que estaria com o adolescente, foi vista por um homem que costumeiramente transita pela estrada.

A testemunha é o sapateiro Luís Eduardo Borges, de 27 anos. Ele relatou nesta segunda-feira, 21, ter visto a bicicleta jogada próxima a uma cerca em uma das estradas que liga chácaras e sítios daquela localidade. Esse fato ocorreu dia 28 de agosto, no mesmo dia do sumiço de Wesley, de 13 anos.

O local vasculhado fica a 300 metros da rodovia Ronan Rocha, saída para Patrocínio Paulista, anexo à Boipec Leilões, zona Sul de Franca. “Vasculhamos tudo ali. Passamos pela cerca e entramos em uma lavoura de café, indo até perto de um córrego. Chegamos até escavar alguns lugares que apresentavam terra fofa. Mas não encontramos nenhuma pista do Wesley”, disse Jacqueline Mello, prima do garoto desaparecido há 25 dias.

Os pais de Wesley - Wesley Alves e Camila - não participaram das buscas na tarde terça-feira, já que estavam cansados de uma viagem a São José da Barra, sul de Minas Gerais, a cerca de 200 km de Franca. “Eles viajaram à noite, depois de mais uma busca frustrada lá em São José da Barra, com pistas falsas. Wesley até estava pronto para ir conosco, mas a Camila estava dormindo”, informou Jacqueline.

A Polícia Civil, que investiga o caso através da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), chefiada pelo delegado Eduardo Lopes Bonfim, disse que Luís Eduardo Borges, que relatou ter visto a bicicleta somente após 24 dias depois do desaparecimento de Wesley, será intimado para prestar esclarecimentos. “Vamos ouvir essa testemunha e vamos seguir investigando o caso”, disse o delegado.

O próximo passo da polícia será ouvir Wesley Alves, o pai do garoto, que até hoje não foi interrogado formalmente.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários