SEM ENERGIA

Incêndio destrói postes e deixa sitiantes sem energia por mais de dois dias

Por Lucas Faleiros | da Redação
| Tempo de leitura: 1 min
Divulgação
Os postes de madeira pegaram fogo e acabaram caindo
Os postes de madeira pegaram fogo e acabaram caindo

Um incêndio consumiu um pasto dentro de um condomínio de sítios que fica próximo ao Paiolzinho e destruiu vários postes de madeira da CPFL, o que acabou deixando os moradores do local sem energia elétrica. O fogo começou na madrugada do último domingo, 13, e só foi controlado na madrugada de segunda-feira, 14.

Além de ficarem sem luz, alguns sitiantes tiveram problemas relacionados à água e outros perderam equipamentos eletrônicos e de trabalho.

“O incêndio durou algumas horas e foi apagado pelos próprios moradores. Porém, foram gerados vários prejuízos financeiros, já que os postes de madeiras foram consumidos pelo fogo e caíram. No sítio do meu pai, além de o pessoal ter ficado incomodado com a fumaça gerada pelo incêndio, ainda perderam dois freezers cheios de comida. Fora isso, ele precisou desembolsar R$ 500 com um caminhão-pipa, já que a bomba periférica ficou sem funcionar durante um período de mais de dois dias. Para piorar, alguns vizinhos ainda perderam suas máquinas de trabalhar”, contou Edinho Cervi.

Edinho também disse que a CPFL demorou "tempo demais" para atender à solicitação dos moradores. “Eles ligaram para a gente e disseram que estariam no local em até as 12 horas. Porém, só foram resolver o problema na terça-feira à noite, mais de dois dias depois do ocorrido. Nós ficamos revoltados com isso.”

A CPFL informou à reportagem do GCN que em casos como esse, o serviço só é realizado quando há a total segurança para os seus funcionários. A empresa informou também que instalou novos postes de concreto no condomínio de sítios atingido pelo incêndio e que moradores que enfrentarem o mesmo problema, em meio ao clima seco e às possibilidades de queimadas, podem recorrer à companhia.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários