EXEMPLO

Câmara decide que próxima sessão será no sistema online


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Depois de cobrar fortemente uma posição do prefeito Gilson de Souza (DEM) medidas mais contundentes no combate à pandemia do novo coronavírus em Franca, a Câmara Municipal decidiu suspender a sessão presencial da próxima semana. Até como forma de exemplo ao poder executivo.

A decisão de realizar a sessão do próximo dia 4 online foi proposta pelos parlamentares na tarde desta terça-feira, 28. A vice-presidente do Legislativo que está respondendo pela presidência da Casa de Leis interinamente, Cristina Vitorino (REP), colocou a proposta em votação, com a maioria dos vereadores votando a favor da suspensão das sessões presenciais. “Pela maioria dos votos fica decidido que a próxima sessão será online. Depois o presidente decide como vai ser, podendo até ser mista. Ou seja: quem não quiser estar presente pode participar de forma remota”, explicou Cristina.

O presidente da Câmara, Pastor Sérgio Palamoni (PSD), está afastado por recomendação médica, mesmo o resultado do exame de Covid-19 realizado recentemente apresentando resultado negativo.

A Câmara Municipal já vem trabalhando com medidas de segurança como determina os órgão de Saúde, com vários funcionários prestando serviços home-office.

Projetos
A Câmara Municipal de Franca aprovou dois projetos na sessão desta terça-feira, 28. Todos por unanimidade.

O primeiro foi o projeto de lei Habite-se, expedido pela prefeitura para a averbação de construção residencial urbana unifamiliar finalizada há mais de cinco anos em área ocupada predominantemente por população de baixa renda. A propositura é do vereador Donizete da Farmácia (MDB).

O outro projeto aprovado foi o que institui a campanha “Sinal Vermelho Contra a Violência Doméstica”. A iniciativa visa incentivar mulheres em situação de violência doméstica e familiar a denunciar agressões. A campanha permite que a vítima se dirija ao atendente de farmácia e mostre um “X” em vermelho, desenhado na palma da mão. Ao identificar o pedido de ajuda, o atendente poderá acionar a Polícia Militar pelo número 190, ou até mesmo a Central de Atendimento às Mulheres, pelo telefone 180. A propositura é da vereadora e Procuradora da Mulher da Câmara, Cristina Vitorino (REP).

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