As bancas de pesponto de Franca seguem com dificuldades devido a estagnação do setor de calçado por conta do momento de pandemia do coronavírus. Uma união entre Câmara Municipal, Sindifranca (Sindicato das Industria de Calçado de Franca) e Prefeitura, busca uma solução para socorrer os trabalhadores da categoria.
O processo de cadastramento dos banqueiros ainda está aberto na Prefeitura. A ideia é dar um suporte à classe tirando esses prestadores de serviço da informalidade, que não tem acesso à orientações e nem ajuda do governo. O apoio disponibilizado pela Prefeitura não envolve auxílio financeiro, como chegou a ser ventilado entre esses trabalhadores.
“A prefeitura, através da Sala do Empreendedor, ligada à Secretaria de Desenvolvimento, vem cadastrando esses prestadores - informais ou não - para indicar caminhos de acesso aos auxílios governamentais e acesso ao crédito do Banco do Povo Paulista”, explicou a Prefeitura, nesta quarta-feira, 10, através da assessoria de comunicação.
“A prefeitura pretende auxiliar os prestadores de serviços cadastrados a criar uma associação de prestadores de serviços de pesponto, para que possam se unir em torno de projetos que visam trazer benefícios para este setor da economia, que basicamente, envolve trabalho familiar. Aí entrariam os cursos de capacitação oferecidos pela Sala do Empreendedor, muitos deles em parceria com instituições como o SEBRAE, SENAI”, acrescentou a assessoria.
Paralelo ao apoio técnico que a Prefeitura está disponibilizando ao setor, o Sindifranca realiza uma campanha junto ao empresariado em busca de doações de cestas básicas para os trabalhadores das bancas de pesponto.
O vereador Claudinei da Rocha (MDB), que defende à classe dos trabalhadores nas bancas de pesponto, pede mais apoio do poder público nesse momento. “O cadastramento é importante para sabermos quantas bancas há em Franca. Além dessa campanha do Sindifranca conversamos também com a Eliete (Neves, Secretária de Ação Social) pedindo uma análise no cadastro para uma possível ajuda a esses trabalhadores mais necessitados”, destacou o parlamentar.
Questionada qual o número de cadastramento já efetuado, a Prefeitura não havia respondido até a publicação.
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